
Quem sou eu ?
- Thiago Oliveira Braga
- Capital do Ceará, Ceará, Brazil
- cearense,ex aluno Marista,canhoto,graduado em Filosofia pela UECE, jogador de futebol de fds, blogueiro, piadista nato e sobretudo torcedor do Ceará S.C. Não escreveu livros, não tem filhos e não tem espaço em casa para plantar uma árvore.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Fazer o que se gosta…

domingo, 24 de maio de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Coerência

quinta-feira, 21 de maio de 2009
Dica de Blog

Mas nem só de “Filosofia” vive o ser humano, daí eu também prestigiei alguns BLOGs de pessoas que quero bem, e me deparei com um muito legal, de uma garota de 15 aninhos, mas super especial que eu sou fã.
O desejo do meu coração é que esse nova geração, apesar das mudanças, sejam carregadas de SONHOS, e por isso que eu acredito e invisto nessa geração.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Monólogo ou diálogo?

“Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração.”(Jr.29:13)
terça-feira, 19 de maio de 2009
Palavras

Não sou digno do amor de Deus. Não, não sou...
Não sou porque a ira toma o meu ser quando as setas do inimigo vêm em minha direção.
Não sou digno do Amor de Deus, porque tenho magoado as pessoas que amo, pelo meu modo incisivo de falar.
Não sou digno, porque por vezes me rendo às minhas vontades e não ouço a vontade do Pai.
Não sou digno, não sou.
Não sou digno, porque eu não tenho falado desse amor a todos que conheço.
Não sou digno, porque tenho julgado pessoas, que assim revidam da mesma forma.
Não sou digno, porque cada vez me pareço mais comigo mesmo e, menos com Jesus.
Não sou digno de Ti, Deus meu! Peço o teu perdão, pela Tua graça e misericórdia.
Assim não quero mais agir.
Com vocês, ao serviço d'Ele
Thiago Oliveira Braga
segunda-feira, 18 de maio de 2009
O que é oração
domingo, 17 de maio de 2009
Orar

sábado, 16 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Pense nisso ...
“Quando você não pode abrir mão de alguma coisa que você tem, não é você que tem a coisa, é a coisa que tem você”.
Citado por meu amigo-irmão Roberto Diamanso.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
A Dádiva da Amizade
A amizade é uma das maiores dádivas que o ser humano pode receber. Ela está para além dos alvos comuns, dos interesses compartilhados ou das mesmas histórias. É mais forte do que a atração física, mais profunda do que a solidariedade ou um projeto vida. A amizade é a alegria de dar e receber, de amar e sofrer, de confiar e entregar sem reservas. É estar com o outro, mesmo quando não podemos nem aumentar a alegria, nem diminuir a tristeza. Amizade é o encontro de almas que promove a nobreza do amor.
O culto ao individualismo, a busca pela realização pessoal, o narcisismo, a satisfação imposta pelo consumismo, tudo isso tem criado em nós uma sensação falsa de preenchimento e uma percepção cínica da amizade. Muitos homens modernos estranham e até levantam suspeitas sobre as declarações de Jônatas a Davi que, segundo o relato bíblico, afirma que o amava como à sua própria alma. Nossa capacidade de compreender o significado e a profundidade da amizade compromete, não só nossa humanidade, mas sobretudo, nossa relação com Deus. De um lado, nossa vida pode ser resumida na busca por um amigo, na renúncia da solidão; mas, por outro, rejeitamos a idéia de qualquer relacionamento cuja intimidade levante suspeitas sobre nossa integridade e comprometa nossa liberdade.
Foi a amizade entre Davi e Jônatas que livrou Davi da loucura, de ser um homem amargo, doente e vingativo. a relato da amizade entre os dois dá-se entre os capítulos 18 e 20 do primeiro livro de Samuel. Nestes três capítulos vemos o relato do ciúme assassino de Saul contra Davi, quando por várias vezes tenta destruí-lo e matá-lo. Davi tinha tudo para ser uma pessoa vingativa e amarga. Foi perseguido e odiado, não por ter feito algo errado, mas por ser bom, fiel e generoso. No Salmo 41 ele descreve sua tristeza por ser traído por um amigo íntimo, em quem ele confiava e que comia em sua mesa. Davi amava Saul. Ser perseguido e odiado por alguém que se ama é um golpe que leva qualquer pessoa à loucura, que traz profundas raízes de amarguras. Davi tinha tudo para ser alguém assim. No entanto, a amizade de Jônatas surge como um jardim no meio do deserto de Davi. Ela o preserva, guarda seu coração e alma, mantém sua humanidade firme e verdadeira. A amizade salvou Davi.
O alicerce da amizade de Davi e Jônatas foi Deus, o Deus da aliança. Ao se despedirem, depois de chorarem e beijarem um ao outro, disse Jônatas a Davi: "Vai-te em paz. porquanto juramos ambos em nome do Senhor, dizendo: O Senhor seja para sempre entre mim e ti e entre a minha descendência e a tua." Há, nesta declaração, duas características da amizade de Davi e Jônatas que merecem ser destacadas. A primeira é Deus. Deus faz parte da amizade. Na verdade, toda amizade começa em Deus, ou melhor, toda experiência real e verdadeira de amor começa e é preservada em Deus, que é a fonte de todo amor. Somente quanto nos sentimos amados, desejados e queridos, é que aprendemos a amar, desejar e querer. O único amor que torna possível o nosso amor é o amor divino. Um amor que se dá a nós sem reservas ou medos, que não impõe condições, que é generoso e abundante. Deus nos ama, não porque atingimos algum grau de perfeição ou pureza, mas por sermos exatamente como somos. Ele nos conhece como ninguém, sabe tudo a nosso respeito, não há nada que possamos esconder dele, e mesmo assim nos recebe em seu amor, abraça nossas culpas e pecados, sofre nossas dores, chora nossa miséria e cria para nós um novo lar, uma família, uma comunidade. Jônatas e Davi colocam Deus entre eles. "Seja Deus entre nós para sempre", foi o que Jônatas disse a Davi. Deus será sempre o avalista desta amizade. Ela não existe sem ele. Ele estará sempre no meio, será o elo que liga, a corrente que amarra e prende. Será uma amizade fundamentada em Deus e no seu amor. Será maior que Davi, maior que Jônatas, maior que as circunstâncias, maior que os riscos que o pecado humano naturalmente cria nas amizades. "Seja Deus para sempre entre nos.”
A outra característica na declaração de Jônatas foi sua despedida. Ele inicia dizendo: "Vai-te em paz!" - é uma amizade libertadora, não possessiva, não sufocante. Ela deixa o outro seguir, invoca a paz, abençoa. Toda relação possessiva, dominadora, não passa de uma relação com o próprio ego medroso e inseguro. Ela não alimenta o amor, não promove o outro, não contribui para o crescimento. Davi nunca mais viu Jônatas, o convívio entre eles teve curta duração, mas a amizade permaneceu pelo resto da vida. Até mesmo depois da morte de Jônatas, Davi continuou celebrando a aliança que juntos haviam invocado, continuou provando a bênção da presença de Deus que tornou possível a amizade.
Toda dádiva de Deus tem um valor em si mesma. Estamos acostumados a encontrar o valor das coisas em algum lugar fora delas. Precisamos de resultados, estatísticas, alguma comprovação de que o investimento foi bom, valeu a pena. Os dons de Deus não deveriam ser avaliados assim. Sua beleza reside neles, e não apenas no que produzem. A amizade tem sua beleza nela mesma. Como disse Rubem Alves, um amigo é aquela pessoa que vive de sua inutilidade. Ele diz: "Pode até ser útil eventualmente, mas não é isso que o torna um amigo. Sua inútil e fiel presença silenciosa torna a nossa solidão uma experiência de comunhão. Diante do amigo sabemos que não estamos sós. E alegria maior não pode existir." Foi isto que a amizade de Jônatas fez por Davi: nunca permitiu que Davi se sentisse só, mesmo depois da sua morte. Jônatas abriu o coração de Davi para esta experiência única e transformadora.
Amigos são dádivas de Deus. Não os fabricamos, apenas os recebemos com alegria e gratidão e os cultivamos com amor e dedicação. No entanto, vale lembrar que eles não são substitutos de Deus, pois trazem consigo suas limitações e fraquezas. Seu amor não é infalível, muito menos perfeito. Se temos medo de amar, se não aceitamos os riscos e as deficiências da amizade, então dificilmente construiremos os vínculos da comunhão. Nenhum amigo jamais preencherá sozinho as lacunas da nossa alma ou da nossa solidão. Mas é na amizade, com todas as suas limitações, que podemos experimentar o amor incondicional e ilimitado de Deus. É nela que aprendemos a dar e receber, a amar e ser amados, a perdoar e compreender. Aprendemos a cuidar, consolar, confrontar e compartilhar alegrias e tristezas. Precisamos de Deus para aprender a amar nossos amigos e precisamos dos amigos para seguir amando a Deus.
Fomos chamados para a amizade. A comunhão faz parte da vocação primeira do cristão. Jesus, no sermão de despedida, disse que não chamaria mais seus discípulos de servos, mas de amigos. A razão é muito simples: não haveria mais segredos entre eles; tudo quanto ele e o Pai compartilhavam, agora seus amigos também compartilhariam. Jesus nos chama para a amizade. Não há convite mais pessoal amoroso e eterno do que este, assim como nada há de mais transformador, mais verdadeiramente humano e mais revolucionário.
Ricardo Barbosa de Souza
terça-feira, 12 de maio de 2009
Tenho aprendido que devo ouvir mais e falar menos
o VOTO é um juramento ou um compromisso de caráter religioso. É uma oferta votiva a Deus. Um voto podia ser: de realizar alguma coisa para Deus em recompensa ao seu favor ; ação de graças e de sacrifício, feitos a Deus por orações respondidas e livramentos proporcionados ; abster-se de alguma coisa.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Meu nome é Nelson Rodrigues - Zeca Baleiro
sou do tempo em que as atrizes tinham alma
sou do tempo em que farmácia só vendia remédio
sou do tempo em que jornal de domingo se lia no domingo
sou do tempo em que até os canalhas choravam
sou do tempo em que os ladrões eram elegantes
sou do tempo em que até os automóveis davam bom dia
Procura-se um cajado!

terça-feira, 5 de maio de 2009
Parábola dos filhos perdidos
Fim de tarde no portão
A cabeça branca ao relento
Teimosia de paixão
Faz das cinzas renascer alento
Na estrada o seu olhar
Procurando um vulto conhecido
Espera um dia abraçar
Quem diziam já estar perdido
O seu amor é tão forte
Mais do que o Inferno e a Morte
São torrentes que arrebentam o chão
Mais fácil secar os mares,
Apagar a estrela Antares,
Que arrancar o amor do seu coração
Fim de tarde
Se debruça no portão
Mas um dia aconteceu
E o moço retornou mendigo
O pai depressa correu
E abraçou o filho tão querido
Tragam roupas e o anel
Calcem logo os seus pés Milagre!
Vinho do melhor tonel
Tanta alegria em mim não cabe
O seu amor é tão forte
Mais do que o Inferno e a Morte
São torrentes que arrebentam o chão
Mais fácil secar os mares,
Apagar a estrela Antares,
Que arrancar o amor do seu coração
Fim de tarde Está deserto o portão
Autor:Stênio Marcius
baseado na PARÁBOLA DOS FILHOS PERDIDOS
Lucas 15.11-32
sexta-feira, 1 de maio de 2009
O Otimismo e a Esperança

Hoje não há razões para otimismo.
Hoje só é possível ter esperança. Esperança é o oposto do otimismo.
Otimismo é quando, sendo primavera do lado de fora, nasce a primavera do lado de dentro.
Esperança é quando, sendo seca absoluta do lado de fora, continuam as fontes a borbulhar dentro do coração.
Camus sabia o que era esperança. Suas palavras: E no meio do inverno eu descobri que dentro de mim havia um verão invencível...
Otimismo é alegria por causa de: coisa humana, natural. Esperança é alegria a despeito de: coisa divina.
O otimismo tem suas raízes no tempo.
A esperança tem suas raízes na eternidade.
O otimismo se alimenta de grandes coisas.
Sem elas, ele morre.
A esperança se alimenta de pequenas coisas.
Nas pequenas coisas ela floresce.
Basta-lhe um morango à beira do abismo.
Hoje, é tudo o que temos ao nos aproximarmos do século XXI: morangos à beira do abismo, alegria sem razões.
A possibilidade da esperança...
Rubem Alves
Trecho da crônica Sobre o Otimismo e a Esperança, publicado originalmente no livro Concerto para Corpo e Alma (Ed. Papirus).
Foto:Foi tirada numa casa de repouso de velhinhos, na cidade de Jundiaí-SP em Janeiro de 2007,no trabalho prático do IPL daquele ano.Um dia muito marcante para minha vida.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Soneto de Criação

Banhou-te o corpo numa fonte fina
Entre os rubores de uma aurora amena
E por criar-te assim, leve e pequena
Soprou-te uma alma calma, cálida e divina.
Tão formosa te fez, tão soberana
Que dar-te aos anjos por irmã queria
Mas ao plasmar-te a carne predileta
Deus, comovido, te criara humana
E para tua justa moradia
Atirou-te nos braços do poeta.
Vinícius de Moraes
A responsabilidade de influenciar pessoas
1. O LÍDER é sempre o primeiro a pisar o território inimigo, e o último a deixar o campo de batalhas.2. O LÍDER não deve deixar os feridos pelo meio do caminho, mas cuidar-lhe dos ferimentos, mesmo que isso pareça comprometer o avançar da batalha.
3. O LÍDER é líder de gente, não de coisas. Ele constrói relacionamentos, não prédios, ele fica no meio do povo, não atrás da mesa. Ele é uma pessoa e não um robô. Ele é um santo, não um anjo.
4. O LÍDER se preocupa em atacar o inimigo, e não ao outro. Pois, na guerra espiritual na qual está envolvido, ele bem sabe que seu adversário não é de carne e osso, e por isso, não aponta suas armas contra si mesmo.
5. O LÍDER não pode exigir o que não consegue ser ou fazer. Não deve impor sobre os ombros dos outros os fardos que ele mesmo não consegue carregar.
6. O LÍDER não pode aproveitar-se de sua posição para massacrar mentalidades mais fracas, para “entrar rasgando”, para estuprar a alma carente de tão perdida e já invadida pela vida ímpia.
7. O LÍDER só pode indicar o caminho a seguir. Ele não pode decidir pelo outro. Ele toma pequeninos pela mão, mas não os empurra e nem força ninguém a fazer escolhas. Ele deixa as pessoas crescerem.
8. O LÍDER não convence na marra, não usa de ameaças e persuasão, não intimida criancinhas, não é um tirano. O LÍDER é capaz de ser doce, sem ser permissivo! Não é um vovô bonachão que fica distribuindo pirulitos, mas também não é um pai tão severo quanto ausente.
9. O LÍDER não fica procurando em quem bater: não sai metendo o pé em barracas, caçando orelhas para puxar, gente para envergonhar, para expor, punir, apontar o dedo. Ele não “chuta o balde”, a não ser com os cínicos, com os que vendem religião, com os que comercializam a fé, com os desconvertidos mal-intencionados.
10. O LÍDER considera o outro superior a si mesmo, ele valoriza o “insignificante”, ele honra os anônimos, ele ama os fracos, e se esforça por não escandalizá-los. Ele se faz um igual.
11. O LÍDER é mais que um diácono, mais que um ancião, ministro ou presbítero, é mais que um auto-denominado bispo ou apóstolo. Ele é um filho amado do Pai, irmão de seus irmãos, que os serve com seus dons. Serve sem procurar ser servido.
12. O LÍDER tem convicções, mas isso não significa que não possa mudar, abrir mão, repensar. O LÍDER NÃO É INFALÍVEL! Ele não tem sempre os melhores planos e conselhos (para muitos, idéias são como crianças: As nossas são sempre melhores).
13. O LÍDER pode rever seus conceitos, admitir falhas sem ter vergonha. Ele aprende com o passado, sem ficar nele. Ele olha para o futuro, mas não vive nas nuvens das ilusões infantilizadas.
14. O LÍDER deixa os outros terem idéias também, ele não é a origem de tudo, a fonte de tudo, não possui inspiração exclusiva, discernimento permanente.
15. O LÍDER, quando fala, fala a verdade. Ele é transparente, autêntico. E quando a verdade doí, ele a fala com dor. Como quem não quisesse falar, confrontar. Ele precisa expor a verdade, mas ele não faz isso pra rachar, pra quebrar de vez.
16. O LÍDER não fica cavando pecados alheios para se divertir com eles. Ele olha primeiro para dentro de si, e sonda diariamente seu coração de crente.
17. O LÍDER não pode apedrejar ninguém, salvo exceção: os líderes que não tem pecado! Esses podem castigar, “depenar” e escarniçar os pecadores.
18. O LÍDER não pode ficar preocupado com sua reputação. Ele precisa encarar com naturalidade ser alvo de críticas e pré-julgamentos. Ele precisa saber acolher, abraçar e beijar até os que, ocultamente, não retém suas línguas afiadas.
19. O LÍDER, porém, também não é escravo de seu comportamento. Ele não é um ator. O LÍDER não precisa fazer caras e bocas. Precisa ter uma só face, sem mascaramentos. Não deve ser ora sim, ora não, de acordo com a conveniência.
20. O LÍDER não precisa ter voz de líder, roupa de líder, postura de líder, olhar de líder. O LÍDER precisa ter coração de servo, vestes brancas, joelhos flexionados e olhos de compaixão.
21. O LÍDER não precisa gritar por respeito, testar a obediência, verificar o alcance de sua autoridade. Ele não precisa apresentar títulos, ostentar currículo, berrar sua posição.
22. O LÍDER não pode “chorar suas pitangas” pelos corredores, não pode se “empanelar”, fazer bico, montar fã-clube, ser parcial, tendencioso, político.
23. O LÍDER abre mão de seus direitos, raramente se defende. Ele defende sua Causa: o Reino! Ele não se glorifica. Ele glorifica seu Rei: Jesus!
24. O LÍDER não é auto-suficiente. Não é LÍDER de si mesmo. Professor de si mesmo. Pastor de si mesmo. Fã de si mesmo! Seu lema é DEPENDÊNCIA OU MORTE!
25. O LÍDER não é um super-heroí. Ele também chora, também cansa, também tem mau-humor, dias difíceis de tristeza e solidão. Ele também precisa de ombro do irmão e do colo do Pai.
26. O LÍDER precisa aprender a descansar, a parar, dar um tempo, refletir, sossegar o coração cansado, estar à sombra, retirar-se, reciclar-se, recostar-se aos pés de Mestre.
27. O LÍDER precisa saber frear-se, conter impulsões, controlar a vontade de tanto falar e pouco ouvir, a ânsia por dominar, argumentar, concluir, finalizar... colocar pontos finais. Precisa deixar uma margem de espaço para o outro caminhar sem opressão.
28. O LÍDER não ama e nem é amado por causa de seu desempenho. Ele não é um ativista, não deve se preocupar em agradar a todos, mas sempre a Deus.
29. O LÍDER busca ser fiel e não bem-sucedido. Ele sabe que obedecer é melhor que sacrificar. Líderes que não obedecem a Deus não podem ser obedecidos.
30. O LÍDER sabe que essa peleja não é café-com-leite, que a guerra (War) não é um jogo. A caminhada cristã não é de mentirinha. Sabe que a Igreja não é um tabuleiro, e as vidas não são peças de um game de estratégia.
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sexta-feira, 24 de abril de 2009
Minha declaração de fé

2. Gaste pouco
3. Não acumule nada
4. Doe generosamente
5. Durma em paz
Extra: Não se venda
Quantas camisas no guarda roupa equivalem para uma vida “simples”?
Qual o bairro traduz um vida simples ?
Cada um vai ter sua resposta, cada um vai ter seu padrão, critério, mas que esse é um desafio que temos de avaliar, isso é.
Mas afinal, para que temos que desenvolver um estilo de vida simples ?
Você quer receber boa noite, dê boa noite. Você quer receber amor, dê amor. Você quer ser amado,ame.
O fluxo do Reino é contra cultural.
4. Doe generosamente
Calvino dizia que nós cristãos somos a despensa de Deus no mundo.
O que temos não é nosso, está sobre o nosso cuidado para que seja repartido, compartilhado e doado.
Texto nos estimula a dar, a contribuir,qualquer coisa que tenha chegado as nossas mãos, qualquer riqueza, qualquer valor, qualquer conteúdo, qualquer tesouro que tenhamos nas mãos, o Senhor nos adverte que a maneira de dormirmos em paz é dar, é repartir, é contribuir, é compartilhar.
João Wesley: “Sabe o que eu faço quando chega um dinheiro ao meu bolso, eu me livro dele antes que ele encontre o caminho do meu coração.”
Será que nos sabemos viver assim ?
Será que aprenderemos a viver com menos, que acreditamos que seja necessário para nós vivermos, será que aprenderemos a doar generosamente.
Será que aprenderemos a repartir, compartilhar, dar, em vez de acumular, poupar, entesourar ...
Uma coisa é certa, se nós aprendermos isso nós vamos dormir em paz.
Agora enquanto tivermos tentando guardar as riquezas debaixo das asas, as noites serão insones.
Finalizando.
No afã de ganhar e multiplicar, não se venda, não use os outros, não seja desonesto, não ganhe mais do que é justo, não se aproveite da vulnerabilidade dos outros, não trate seu próximo como adversário e seu concorrente como inimigo.
Não comprometa a sua integridade, seu caráter.
Sabe como eu entendo o NÃO SE VENDA, eu falo para mim mesmos”não confunda preço com valor”.
Não se iluda, toda escolha tem seu preço, umas com valores altos outras com valores quase desprezíveis. Tenho um primo muito querido que chama-se Breno Levi. Ele um dia teve um sonho de fazer faculdade de Medicina.E ele passou; só que em Barbalha (Fica entre as cidades de Crato e Juazeiro do Norte na região do vale do Cariri e fica a 503Km de Fortaleza).
O “preço” de passar em Barbalha foi infinitamente maior do que passar em Fortaleza. Não é apenas pela ausencia da família, amigos e irmãos (ele tem outros 3), mas as impossibilidade que ele tem que conviver todos os dias e sobretudo a saudade que a distância tem lhe privado.
Mas também acredito que esse tempo longe de casa lhe fez valorizar muito mais as coisas simples da vida, que provavelmente não eram vistos com os “mesmos olhos”.
Ganhe muito, mas ganhe pelos caminhos da justiça. Não faça atalhos para ganhar, pois o caminho do atalho é o caminho da perda.
Pessoas inteligentes

