
Quem sou eu ?
- Thiago Oliveira Braga
- Capital do Ceará, Ceará, Brazil
- cearense,ex aluno Marista,canhoto,graduado em Filosofia pela UECE, jogador de futebol de fds, blogueiro, piadista nato e sobretudo torcedor do Ceará S.C. Não escreveu livros, não tem filhos e não tem espaço em casa para plantar uma árvore.
terça-feira, 6 de maio de 2008
O que te identifica?

quarta-feira, 23 de abril de 2008
O QUE TEMOS NÓS COM O MUNDO?
Jesus
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Se Você pudesse falar pra Deus, o que diria?
Se vc pudesse ver, ouvir e falar com DEUS,por 30 segundos.O que diria a ele?
domingo, 6 de abril de 2008
Como apresentar Cristo a sua geração?
Como nos sentiríamos se fossemos convidados a apresentar a um grupo de pessoas, alguém que não conhecemos? Sem dúvida, nossa tarefa seria bem difícil devido a este desconhecimento. No evangelismo acontece o mesmo, você pode decorar versículos para as mais diversas situações, pode até decorar 500 técnicas de abordagens evangelísticas e 18.000 respostas para perguntas díficeis. Mas não podemos confundir evangelização com aberturas de xadrez; saiba que, para cada pergunta sempre haverá uma resposta, e para cada resposta sua, sempre haverá uma boa pergunta; este é o limite da apologética. Sendo assim, precisaremos estar bem seguros quanto ao que, em nosso caso a Quem, devemos apresentar em nossa prática de evangelização. "Usando outro exemplo: eu posso não saber os nomes dos meus bisavós, mas isso não impede que eu possa apresentar meu pai a qualquer pessoa. A razão para isso é simples: posso não ter todas as informações relacionadas à minha família, mas conheço suficientemente ao meu pai para apresentá-lo. Pegou a idéia? Você pode não saber de cor a genealogia de Jesus mas deve ter um relacionamento pessoal com ele que o capacite a apresentá-lo. Os apóstolos disseram desta forma: “não podemos deixar de falar do que vimos e ouvimos” (Atos 4:20).
"Isto levanta a questão sobre o que temos visto e ouvido e como isto nos impulsiona à evangelização.
"Quando reduzimos a evangelização a técnicas de abordagem, a respostas inteligentes para perguntas difíceis, ou a mensagem do Evangelho a uma teoria sobre Jesus Cristo; perdemos o ponto. O Reino de Deus é relação e o Evangelho é o relato do que Deus fez (e faz!) em Cristo para viabilizar esta relação do ser humano com Deus, do ser humano consigo mesmo, do ser humano com seu próximo, do ser humano com a criação e até da criação com a própria criação. Tudo que o pecado afetou pode ser restaurado, reconciliado por meio do que Deus fez em Cristo na Cruz (Colossenses 1:19-20). E aqui estamos diante da difícil questão: é isso o que temos visto e ouvido? Todas as coisas sendo reconciliadas em Cristo! É isto que demonstra a nossa vida comunitária em nossa igreja local? É isso que apresenta minha vida, como resultado da minha decisão de seguir a Jesus Cristo?
"Chegamos ao ponto onde podemos relacionar a questão da evangelização com nossa vida devocional. Em primeiro lugar, é importante afirmar que nossa vida devocional não se limita a uma dimensão de minha vida privada restrita aos tempos tranqüilos de oração e leitura bíblica. Minha vida de comunhão com os irmãos é fundamental para uma vida devocional saudável. Fomos salvos para fazer parte de um povo, de uma nação eleita de uma comunidade. Quando oramos o Pai Nosso, devemos manter nossa atenção para o fato de que o Pai é nosso e não meu. Uma vida devocional que se imagine “independente” da qualidade de nossa relação comunitária no Corpo de Cristo, ou seja, nossa igreja local (para ser mais específico), é o mesmo que um velocista que decide usar somente uma das pernas para correr quando dispõe de duas para enfrentar seu desafio.
"Sei que viver com os irmãos no céu é glória e que viver com os mesmos irmãos na terra é outra estória, no entanto, parte da minha vida devocional é a capacidade de perdoar e de ser perdoado. Ninguém escapa do desafio de expressarmos, na história, os benefícios da cruz de Cristo, ao fazer de um grupo de pecadores um só povo. Povo que vive (deveria viver) hoje, na história, os sinais do que será perfeito um dia quando nosso Senhor retorne.
"Quando entendemos que nossa vida devocional começa primeiramente na esfera da vida comunitária, podemos dar um passo adiante para o aspecto da vida privada. Nunca é demais lembrar que esta dimensão particular da vida não significa isolacionismo individualista. Vivemos no corpo de Cristo e, mesmo quando estamos sós, ainda estamos no Corpo de Cristo. Estou frisando muito este aspecto porque creio que uma das maiores deficiências que encontramos na Igreja Evangélica no Brasil (para não falar de outros) é a compreensão que temos de vida comunitária. Confessamos que cremos na Trindade e não temos muita idéia do que isso significa para a vida da igreja. Voltando à dimensão privada da vida devocional, quero dizer que será nossa experiência diária de obediência a Jesus Cristo que nos permitirá conhecê-lo cada vez mais. Em diferentes situações e contextos, suas promessas, orientações e consolo nos levarão a uma maior intimidade com Ele.
"Perceba bem que enfoquei o aspecto obediência e não a oração e a leitura bíblica. Por que será? Porque podemos ter leitura bíblica sem obediência e oração que expressem nossos motivos errados, que visem nossos próprios prazeres (Tiago 4:3). Assim como o povo de Israel, segundo o relato do primeiro capítulo de Isaías, podemos ter uma “prática espiritual” que expresse distância de Deus e não proximidade. Uma vida devocional que expresse indiferença e não intimidade, como o que aconteceu com a Igreja em Laodicéia (Apocalipse 3:14). Se nossa vida devocional for marcada pela famosa advertência de Tiago 1:22, de sermos praticantes e não meros ouvintes (enganando-nos a nós mesmos), as promessas bíblicas indicam que seremos íntimos do Senhor. “Quem tem os meus mandamentos e os obedece, esse é o que me ama. Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele.” (João 14:21); “Voces serão meus amigos, se fizerem o que eu lhes ordeno” (João 15:14). "Isso é tudo que precisamos: amigos de Jesus Cristo que apresentem de forma viva o que têm visto e ouvido! Aquele que no passado nos falou “muitas vezes e de muitas maneiras aos nossos antepassados pelos profetas, mas nestes últimos dias falou-nos por meio do Filho” (Hebreus 1:1), e que nos dá a conhecer em sua Palavra o que nos torna sábio para a salvação mediante a fé em Cristo Jesus (II Timóteo 3:15), pois “não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (Atos 4:12).
"Devocional e Evangelismo estão portanto visceralmente ligados. Não podemos apresentar alguém que não conhecemos. Em se tratando do Senhor Jesus Cristo, não o conheceremos sem uma vida marcada pela obediência a sua Palavra. Esta vida de obediência deve ser expressa numa vida devocional, comunitária e privada, pois este Evangelho é o Evangelho da reconciliação, o Evangelho do Reino de Deus."
Ziel Machado
O PREGADOR e o CONTADOR DE HISTÓRIAS

Forrest passa pelos principais momentos da história recente dos Estados Unidos, com uma ingenuidade (privilegio de um QI " inferior")que não lhe permite ver todas as implicações do que esta ocorrendo.
E porque deveria? Seu sofrimento foi minorado, e o que realmente lhe toca não são os fatos (que ele descreve de tal maneira que mataria um historiador de raiva), o que lhe toca são as perdas de pessoas significativas (a mãe, o amigo de guerra, e Jenny), e a surpresa da nova vida (descoberta do filho).
Em Eclesiastes a preocupação central é o sentido da Vida. Não se trata de uma pessoa que tem um QI inferior, muito pelo contrário, é um rei que não tem problemas financeiros. Faz então um relato cheio de perguntas existênciais e apresenta uma visão cíclica da vida (como Forrest que no início do fim entra no ônibus escolar, e no fim do filme no mesmo lugar coloca o filho no mesmo ônibus). Não é a História que é cíclica, mas os padrões específicos que são:
· busca pelo poder : encontros com vários presidentes (fora do cerimonial - descaso)
· busca pela acumulação : descaso e a distribuição da riqueza advinda da pesca de camarões, propaganda de raquetes.
· busca pela glória F** futebol, tênis de mesa, herói de guerra (1° enc. com o tenente apos o retorno), capa da fortuna,
O rei Salomão enfoca em seus livros a sabedoria e os estágios pelo que passa.
· Provérbios - questão do manejo de poder
· Cantares - o jovem enamorado
· Eclesiastes - a sabedoria do velho
Percebam que são todos livros poéticos, nada de racionalidade moderna, mas o que chamaríamos hoje de pós-moderno.
O pregador começa por uma definição do que venha ser TUDO (1-9).
. "TUDO TEM SEU TEMPO”
Debaixo deste todo ele agrupa quatro categorias:
a) as estações da vida: tempo de nascer/morrer
Plantar/ arrancar
b) as emoções : tempo de matar/curar
Destruir/ edificar
Chorar/ rir
Pranto/ alegria
c) dos projetos/ iniciativas: tempo de espalhar pedras/ juntar
Abraçar/afastar
Buscar/ perder
Guardar/ deitar fora
Rasgar/ coser
Falar' estar calado
d) das relações: tempo de amar/ aborrecer
guerra/ paz A vida humana se desenvolve nestas quatro expressões: estações, emoções, os projetos, as relações.
a) este tudo se refere ao que esta debaixo do céu, ou seja, uma realidade caída. Não se esta especulando com o que acontece acima no céu, mas sim com a realidade que nos toca viver.
b) este todo não é uniforme, mas um leque de inclui muitas situações diferenciadas.
c) não é um tudo estáticio, mas sim dialético. A paz não seria possível se não fosse precedida por guerra, não poderíamos qualificar amor sem conhecer o ódio, a morte não seria real se não houvesse vida.
As contradições vão forjando as novas situações. Estamos falando de dialética numa realidade caída, não no céu.
d) é uma realidade em processo, não em regressão em direção ao pior, mas um processo de progresso marcado por pólos de nascimento (v.2) e paz (v.8).
Temos aqui uma indicação de que esta dialética da existência humana nos leva a estados de harmonia. Atravessamos por um mosaico de experiências, a maneira como manejamos a vida pode nos levar ao tempo de paz.
O psicanalista Eric Erikson divide a vida em oito estágios, ou ciclos de crescimento, o primeiro e o ciclo de nascimento e o último é o ciclo da integração, que corresponde à idade adulta. Podemos comparar este ciclo de integração com o conceito de paz de Eclesiastes; Shalom.
Quando um chega ao estagio de shalom, chega a um estágio de reconciliação e harmonia com a existência humana, de reconciliação com seu passado, com suas relações e um período de integração. A pessoa procura viver segundo certas convicções e lições que aprendeu da vida, começa então a desenvolver certa harmonia e a colocar as coisas no lugar.
Para chegar a este estagio de maturidade profunda, a pessoa precisa passar por todos os diferentes ciclos, ou estações, viver diversas emoções, e todo este conjunto de relações.
a) Temos uma realidade para viver, não podemos fugir dela, a menos que estejamos sofrendo de algum tipo de esquizofrenia.
b) v.9 É inútil o tentar mudar o estabelecido. A vida vem dada com estes componentes: morte e vida, plantar e arrancar, construir e destruir, abraçar e deixar de abraçar.
c) É importante que o Homem viva cada ciclo, porque de outra forma não estará preparado para viver o seguinte. Partindo do nascimento chegando a morte, é importante que se viva cada ciclo, plantar e arrancar, construir e destruir quando chegue o momento.
ex. de movimentos que desejam ser estáticos, congelar estágios de vida cristã, ficar preso a lembranças ou expectativas.
Existe hora de construir e destruir. Se não nos abrimos aos ciclos normais da vida, não iremos nos renovar. Depois de um período existem coisas que devem deixar de ser feitas, para assumir coisas novas.
a) Na primeira analise da realidade que faz o pregador, ele não inclui Deus (3:10-11). O que acontece quando ele leva em consideração Deus?
Precisamos incluir Deus para escapar da tirania do inexorável.
Sem Deus a realidade é detonadora, sem transcendência a Historia nos leva ao cinismo (desistência do curso, existencialismo, niilismo), sem Deus lutamos com um destino e não com um propósito.
ex. F** "Qual é o meu destino mãe ? Não sei, terás que encontrar sozinho!
"Eu não sei se cada um tem seu destino, ou se flutuamos sem rumo como a brisa, talvez as duas coisas aconteçam juntas".
Deus coloca e dá sentido para a História. Um pode perguntar-se que sentido tem construir algo, para onde vamos se tudo é tão cíclico, qual é o propósito?
No v.10 encontramos uma linguagem mais positiva. Deus entra na análise, tudo passa, tudo tem seu tempo, mas Deus limita este tempo e lhe dá sentido. Nesta entrada de Deus vem junto à alegria, a eternidade, o fazer bem. Então:
· Deus é criador do formos (ver com a ótica de Deus). V.11
Mas o que tem de formoso uma guerra, na guerra, no tempo de arrancar?
A formosura não é dada pelo conteúdo, mas sim pelo momento, pela pertinência da experiência. O que acontece no seu tempo é formoso.
Pode haver beleza no conteúdo, mas sobretudo na sua pertinência. Até as experiências mas difíceis, a seu tempo, são sentidas como formosas. As coisas fora do tempo não são belas.
· Deus semeia o eterno
Quando olha para si mesmo com a perspectiva de Deus descobre a eternidade no coração humano.
Deus nos salva da tirania do inexorável ao nos dar a eternidade. Por meio dela sabemos que existe muito mais que as estações da vida, que a vida é muito mais do que alcançamos observar. Isto nos encoraja a avançar, se a vida terminasse no v.8, que sentido teria lutar por ideais?
Deus nos salva das contingências da vida, dos ciclos, colocando a eternidade em nossos corações, e assim nos faz viver com uma nostalgia de um novo ciclo de vida mas também com uma nostalgia do eterno, do absoluto, do significado permanente para viver. Todavia nós podemos compreender esta semente de eternidade, posta em nossos corações.
Implicações: nenhuma teoria ou ser humano pode abarcar a totalidade (psicanálises, materialismo dialético).
· Deus restaura o que passou
Estaremos condenados a: viver marcados por nossas experiências?
Determinismo histórico?
Marcas de guerra?
Das experiências de rejeição?
As marcas do passado são irremediáveis?
Restaurar é fazer com que uma peça volte a ter seu estado original. Mas restaurar aqui não significa viver em estado de primavera, mas voltar a experimentar os ciclos da vida; porque a pessoa marcada pelo passado tende a ficar congelada neste passado.
Quando Deus restaura, Ele tira da situação de amargura, não para viver eternamente em paz, mas para voltar a ser normal; ou seja, enfrentar a vida com seus ciclos e opostos e chega um momento que podemos entender aquilo que passou, sua misericórdia nos permite sair da estação da dor e entrar na graça e Deus nos permite construir a vida com as lições que aprendemos da história.
v. 12 sei
v. 14 sei / entendi
Temos uma progressão ver, conhecer e entender.
1- O que se vê - a realidade que me toca a viver, tenho que aceita-la (realismo x esquizofrenia).
2- Sei/ conheci - a realidade com Deus tem sentido, posso me alegrar e desfrutar. Três elementos entram na historia quando Deus está presente: a celebração, o fazer bem e o sentido do trabalho.
3- Sei / entendi-O que Deus faz é formoso e não deve modificar-se. De nada vale tentar modificar o que foi criado por Deus (ex. casamento), melhor receber como Deus nos deu. (Melhor temer a Deus v.14).
7- Conclusão
1. aceitemos a dialética, assim é a vida.
2. não tratemos de saltar as estações da vida
3. a eternidade nos permite transcender o inexorável. Não estamos presos pelos ciclos da vida, podemos aspirar ao desconhecido, ao que ainda não vivemos.
4. desfrutar do tempo da graça, que nos permite reconciliar com as experiências do passado.
5. Não nos congelemos a uma estação da vida, aceitemos a graça de Deus e sigamos ao encontro da próxima estação.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
De tudo ficaram três coisas

A certeza de que estamos começando,
A certeza de que é preciso continuar e
A certeza de que podemos ser interrompidos antes de terminar
Fazer da interrupção um caminho novo,
Fazer da queda um passo de dança,
Do medo uma escola,
Do sonho uma ponte,
Da procura um encontro,
E assim terá valido a pena existir!
segunda-feira, 31 de março de 2008
Oração - Santo Agostinho

quinta-feira, 27 de março de 2008
Afinal, vale a pena ?

Valeu galera,
Com vocês, no Serviço d’Ele,
Thiaguin
terça-feira, 25 de março de 2008
Atração sexual

quarta-feira, 12 de março de 2008
O grande Sacrifício
Musical O GRANDE SACRIFÍCIODias:14 de Março(20h),15 e 16 de Março(19h) de Março.
Local:Campus Pedras (Ig. Batista Central).
Ingressos:R$ 3,00 (meia para todos).
O tempo é uma dimensão que nos orienta e aprisiona. Criados para eternidade, o tempo nos inquieta e estressa. Mas um dia seremos plenamente libertos do tempo, e o que hoje é expectativa do Porvir será o incompreensível Sem Fim.
Jesus, aquele que estava com Deus antes da fundação dos tempos, submeteu-se ao tempo; por um tempo. Viveu vida santa, obedeceu pela confiança e confiou pelo conhecimento que tinha do Pai.
Cristo rompeu as cadeias do tempo cujas grades se chamam morte. Os poderes espirituais rebeldes já sabem da notícia da derrota, mas agem como invasores derrotados que saciam sua revolta destruindo o máximo possível do caminho que lhes conduz ao julgamento de seus crimes.
A páscoa é dos Judeus; dos cristãos, a morte e ressurreição do Filho de Deus. Ele comprou nossa liberdade do império das trevas. Na companhia de seus discípulos, Jesus afirmou: esse é o meu corpo.... partido por vós... esse é o meu sangue... em uma nova aliança.
Também disse: não se turbe o vosso coração. Crede em Deus, crede também em mim... na casa de meu pai há muitas moradas... para onde eu estiver, estejai vós também. Mais que um dia de festa, festa todos os dias!
O filho de Deus viveu com retidão e entregou a própria vida. Com sua humildade, humilhou principados e potestades rebeldes. Por isso, Deus o ressuscitou dos mortos e lhe deu um nome superior a todos os nomes!
O Reino Sem Fim não tarda. Dentro das cadeias do tempo, angústia e expectativa; fora, os preparativos e a festa se confundem em um só evento. Maranata! Vem Senhor Jesus!
Um abraço pra você!
Ame-o, e nunca o deixe!
Nele, que não existe, pois É,
Thiago Oliveira Braga.
sexta-feira, 7 de março de 2008
Trade-offs

segunda-feira, 3 de março de 2008
Escritos de C. S. Lewis

C. S. Lewis
sábado, 23 de fevereiro de 2008
O Teatro Mágico em Fortaleza

Pra quem nunca ouviu O TEATRO MÁGICO não vai entender o que eu falo, mas pra você que ouviu e gostou entende porque foi RARO.
A Trupe de Osasco-SP, que ouvi pela primeira vez em minhas andanças a São Paulo, estão em turnê pelo Nordeste, depois de passarem por São Luis e Bacabal no Maranhão , e pela "gélida" cidade de Teresina no Piauí. E é claro passaram por Fortaleza, apesar de ser quinta-feira , dia tradicional de comer CARANGUEJO, tive a oportunidade de participar desse encontro.Eu tiro o chapéu pra essa galera que investiu todo o seu talento de forma independente, eles não tem selo de gravadora, vendem CD’s a 5 reais e disponibilizam suas musicas no próprio sitio (http://www.oteatromagico.mus.br/).
(Fernando Anitelli)
No inicio era o verbo... e o verbo era Deus...
e o verbo estava com Deus,
e já não eram sós , ambos conjugavam-se entre si,
discutiam quem seria a primeira e a segunda pessoa,
quem era verbo... quem era Deus,
a ação e a interpretação... quem era a parte e quem era o todo.
Deus (o pai, o filho e o espírito santo),
era também o verbo (regular e irregular)
e todos questionavam-se sobre quem seria o sujeito
e quem seria o predicado,
quem se conjugaria no pretérito e quem renunciaria
a forma "mais que perfeita"!
Deus era o verbo e o verbo era Deus,
conjugavam-se de maneira irregular... explicitando suas diferenças,
reconhecendo os fragmentos e os complementos
buscavam a medida certa
E assim... reconheceram-se uno...
Eu deus, tu deus, ele deus, nós deus, vós deus... eles deus
Somos dotados deste curioso poder,
mudamos nosso significado, nosso signo,
nosso comportamento e nossos conceitos
(que por sua vez chegam ate nós depois de se modificarem muitas e outras vezes!)
temos uma ferramenta e tanto nas mãos, e nos pés...
Temos acorrentados nossos motivos de sobra pra relaxarmos
e acomodarmos com a vida que levamos agora...
O teatro mágico é o teatro do nosso interior...
a história que contamos todos os dias
e ainda não nos demos conta...
as escolhas que fazemos em busca dos melhores atos,
dos melhores sabores,
das melhores melodias e dos melhores personagens
que nos compõem,
as peças que encenamos e aquelas que nos encerram...
... nosso roteiro imaginário é a maneira improvisada
de viver a vida...
de sobreviver o dia, de ressaltar os tombos e relançar as idéias,
o teatro nosso de cada dia...
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
O efeito da cultura de massa
O melhor humorista do BrasilDireto de Fortaleza, Silvio e Vesgo recrutam candidatos http://www.paniconainterne.com.br/melhoresvideos.html
http://www.vesgo.com.br/index.php?section=4Eu tô com uma camisa azul floral, na praça do Ferreira. Mas num chore não se vc num me ver ... hehehehe.
Era quinta feira , dia 7 de fevereiro , estava eu a passar pela Praça do Ferreira, quando eu vi um aglomerado de pessoas. Como sou muito curioso fui ver o que era, pensava que era algum descuidista que havia sido apanhado pela eficiente “Ronda do Quarteirão”, que passa pelo centro de minha Fortaleza.
Mas para minha surpresa , eram dois humoristas do programa “Pânico na TV” , Wellington Muniz, mais conhecido por Ceará, juntamente com o Vesgo. Fiquei vendo todas as tentativas deles de graveram um quadro com o titulo “Novos humoristas”.Foram até na TV DIÁRIO , para o programa “Clube do Brega” encontrar alguma “figura”.
Esperei o domingo , dia 17 de Fevereiro, para ver o resultado da gravação e me surpreendi ao ler que o programa teve 12 pontos de audiencia conquistando assim, a segunda colocação no IBOPE por vários minutos.
Não sei se isso é pra rir ou pra chorar, mas de qualquer forma a cultura de massa nos deixa cada dia mais homogenia das mais diversas camadas sociais. A televisão, a publicidade e as empresas responsáveis pela disseminação de padrões poderiam fazer o caminho inverso: o de reeducação das massas, resgate de valores anteriormente esquecidos, muito provavelmente isso não dá IBOPE.
Pensar hoje em dia tornou-se “luxo”.
Então vou pensando, mas prefiro desligar a televisão.
Boa semana a todos, e agradeço as pessoas que me identificaram e compartilharam. (EU TAMBÉM VI).Com vocês, no serviço d'Ele, Thiago.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Uma galera para ficar na memória

Fica aqui a lembrança a todos do quarto Hungria , um quarto que tinha gente de cada canto do Nordeste (Paulista e Santa Maria do Cambucá-PE, João Pessoa-PB,Maceió-AL, Aracaju-SE, Natal-RN, Feira de Santana-BA e é claro Fortaleza, no meu lindo Ceará. Quase ninguém se conhecia , mas uma semana foi suficiente pra galera animar e poder aproveitar uma semana que ficou marcado na minha vida.
Saudades de todos um abraço fraterno a Felipe da Equipe (Guadalajara),Talles,Café,Túlio,Renan,Elizeu,Marcos Vinicius,Hugo,Lucas,Guilherme Puskas,Bruno,Caio,Guilherme Machado e Tiago.
Espero vê-los em breve, Deus abençoe.
Thiago Braga, conselheiro do quarto HUNGRIA na semana de adolescestes do Palavra da Vida – PE na temporada de verão de 2008.
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Neemias, levou Deus a sério na política.
"E disse Neemias ... peço-te que me envies a Judá, à cidade dos sepulcros de meus pais, para que eu a reedifique." (Neemias 2.5)
Momentos difíceis nos levam a reavaliar, e nos direciona a nos posicionar igualmente a Neemias capaz de mudar a nossa postura diante da vida.
Não podemos ficar indiferentes ao grito de dor do nosso povo.Temos um papel primordial: salgar e iluminar nosso Brasil. "Os muros estão caidos" (Ne.1.3b).
O muro da justiça,dignidade,igualdade,ética e principalmente os muros da vida e da cidadania passam por sérios riscos em nosso país. Não podemos fazer vista grossa a cerca de 52 milhões de pessoas tidas como miseráveis em nossa nação.
A VIDA PRECISA SER PRESERVADA A TODO CUSTO.
Neemias se tornou governador do seu povo, entretanto por levar Deus a sério nunca se aproveitou do bem público como os demais. Quem leva Deus a sério não tem como fugir a ética necessária e ao mesmo tempo tão em falta em todas as nossas instituições, quer sejam religiosas ou seculares.
Eis o desafio para todos nós hoje. Como Neemias, colocar-se nas mãos de Deus para contribuir com o processo de moralização e reconstrução dos "muros" que estão bastante desgastado em vários lados de nossa nação.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Pista para a felicidade

Procurando o tesouro escondido
E assim, uns fogem de casa para serem felizes
Outros fogem para casa em busca da felicidade
Outros se separam para serem felizes
Uns desejam viver sozinhos para serem felizesOutros desejam possuir uma grande família a fim de serem felizes
Outros trabalham além do normal buscando a felicidade
Para comanda a sua própria vida e poder serem felizes.
Outros desejam ser empregados para ter a certeza do salário no final do mês e, assim, poderem ser felizes
Outros, ainda,desejam trabalhar por comissão Assegurando que o seu esforço se transforme em melhor remuneração e assim serem felizes
Anos desperdiçados
Nunca a lua está no alcance da mão
Nunca o fruto está maduro Nunca o carinho recebido é suficiente
A partir do momento em que decidimos sermos felizes, nossa busca da felicidade chegou ao fim.
E que percebemos que a felicidade não esta na riqueza material na casa nova, no carro novo, naquela carreira,naquela pessoaE jamais está a venda
Muito rápido para os que tem medo.
Muito louco para os que lamentam.
Muito curto para os que festejam.
Lembranças a todos que tem passado por aqui , são meus votos de uma quarta de cinzas bastante ensolarada.Com vocês, no serviço d'Ele, Thiago
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Antes de mais nada

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Goleada Alvinegra no Castelão
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A vontade da equipe do Ceará vencer sem deixar dúvidas começou a ser demonstrada pelo time ainda na primeira etapa. O time se mostrou compacto na defesa e ocupou muito bem os espaços no ataque, sem passes errados e com um toque de bola que demonstrou muita inteligência, mesmo nos momentos em que o Icasa fez uma marcação mais forte. O primeiro gol veio em uma cobrança de pênalti. O zagueiro Lúcio cometeu a falta na área e foi expulso. Luiz Carlos bateu com categoria e abriu o marcador.
Quem pensou que o Ceará voltaria para a segunda etapa recuada com disposição de apenas administrar a vitória se enganou. Sentindo que tinha mais espaço com um jogador a mais o Vovô ainda mais no jogo. Com um passe de Arlindo Maracanã, Flavinho penetrou na área e marcou o segundo gol aos 11 minutos. Seis minutos depois Ademar fez bela jogada pela esquerda, chegou a cair quando a zaga do Icasa cometeu falta, mas se levantou a tempo de cruzar para Arlindo Mracanã, que de primeiro serviu a Luiz Carlos e o atacante ainda driblou um adversário antes de fazer o gol. Para fechar a goleada, Arlindo Mracanã bateu uma falta em cima da barreira, mas na volta chutou forte e definiu a goleada.
Na próxima rodada, o Ceará vai à Itapipoca para enfrentar i time da casa no Estádio Perilo Teixeira. Na partida o Alvinegro tem a oportunidade de melhorar a sua colocação. O Ceará fechou a 8ª rodada em terceiro lugar, mas já garantiu a sua classificação para o cruzamento.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
ARTILHEIRO VAVÁ PODE ESTAR DEIXANDO O CEARÁ

Valeu Vavá, parabéns pelos gols.
Ceará S.C. aqui no Blog (Espaço ESPECIAL), afinal "O Ceará não se explica. O Ceará não se define. O Ceará não se escreve. O Ceará apenas se sente. A Alvinegridade, neologismo da Fiel Torcida Preta e Branca, é daqueles sentimentos que nos dá uma sensação de orgulho, fé, amor, devoção. O Ser Preto e Branco é estado de espírito. Bem aventurados os que podem dizer '- Eu sou VOZÃO. Eu sou preto e branco. Eu sou Alvinegro. Eu sou CEARÁ!"
