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Capital do Ceará, Ceará, Brazil
cearense,ex aluno Marista,canhoto,graduado em Filosofia pela UECE, jogador de futebol de fds, blogueiro, piadista nato e sobretudo torcedor do Ceará S.C. Não escreveu livros, não tem filhos e não tem espaço em casa para plantar uma árvore.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Primeiro Dia de Aula do meu sobrinho João Pedro no Marista



Me lembro do meu primeiro dia de aula, na alfabetização no Colégio Cearense Sagrado Coração. Mamãe tirou umas fotos minhas de farda, com a lancheira, momentos antes de meu pai me levar para o colégio. Tenho as fotos até hoje. Em "flashes", me lembro daqueles momentos. Foi um dia marcante e importante. De alguma maneira, sinto que passei por algum tipo de "unção" sagrada. Outrora, talvez possa refletir mais profundamente sobre o significado desse dia para meu filho. As palavras não alcançariam expressar a alegria que sinto nesse momento. Para não deixar de expressá-la, porém, resolvi fazer o clipe abaixo. Já vi milhares de vezes, mas ainda me seguro pra não me emocionar.



Na raça e na paz Dele,



J. Braga.
 
Do Blog do meu irmão -> http://neotefilo.blogspot.com/2011/02/joao-pedro-em-seu-primeiro-dia-de.html

INVENÇÃO DO CONTEMPORÂNEO - HÁ ALGUMA COISA QUE EU POSSA FAZER? 06/06




Assista o vídeo sobre “Consumo Consciente” com o diretor do Instituto Akatu, Hélio Mattar.




sábado, 12 de fevereiro de 2011

INVENÇÃO DO CONTEMPORÂNEO - HÁ ALGUMA COISA QUE EU POSSA FAZER? 05/06



Assista o vídeo sobre “Consumo Consciente” com o diretor do Instituto Akatu, Hélio Mattar.



sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

INVENÇÃO DO CONTEMPORÂNEO - HÁ ALGUMA COISA QUE EU POSSA FAZER? 04/06



Assista o vídeo sobre “Consumo Consciente” com o diretor do Instituto Akatu, Hélio Mattar.


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

INVENÇÃO DO CONTEMPORÂNEO - HÁ ALGUMA COISA QUE EU POSSA FAZER? 03/06



Assista o vídeo sobre “Consumo Consciente” com o diretor do Instituto Akatu, Hélio Mattar.


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

INVENÇÃO DO CONTEMPORÂNEO - HÁ ALGUMA COISA QUE EU POSSA FAZER? 02/06



Assista o vídeo sobre “Consumo Consciente” com o diretor do Instituto Akatu, Hélio Mattar.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

INVENÇÃO DO CONTEMPORÂNEO - HÁ ALGUMA COISA QUE EU POSSA FAZER? 01/06



Assista o vídeo sobre “Consumo Consciente” com o diretor do Instituto Akatu, Hélio Mattar.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Mulheres do Cairo.


Um ato de coragem duplo num país, onde as mulheres ainda podem ser consideradas seres inferiores e não ter igual acesso à educação e ao trabalho.


Os protestos na praça Tahrir estão a mudar muitas coisas no Egito e não apenas o destino de Mubarak. Estas mulheres estão a manifestar-se lado a lado com os homens. A sua revolução é dupla: derrubar com o regime e romper com alguns preconceitos.

É possível que a guerra acabe, ou perca a o foco dos noticiários mundiais, mas a mudança cultural ainda permanecerá, mas as mudanças são promissoras. Pelo menos, assim espero.

Vida que segue.


Valeu galera,

Com vocês, ao Serviço d’Ele,

Thiago Oliveira Braga

PS.: Vendo o jogo do Brasil e Argentina pela sub-20.


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A esquina e o compasso.


Sempre que penso na vida dos outros e na minha própria procuro descobrir onde, quando e por que dobramos a esquina errada. A comparação procede. Estamos num trecho da cidade e queremos ir para um lado. Tudo se simplifica então: dobramos à esquerda ou à direita? É evidente que acertamos na maioria das vezes, mas erramos em outras.


Há uma esquina, há um momento em que tomamos a direção errada, por distração, por convicção ou mesmo por má informação. E, se isso ocorre com os indivíduos, de certa forma também ocorre com a humanidade, que, afinal, é a soma de todos os indivíduos.

Filósofos, teólogos, economistas, sociólogos, iluminados de diferentes tipos e intenções, todos já tentaram descobrir onde e como dobramos a esquina errada. Simplificando o problema, e tomando como base o relato bíblico, a esquina errada foi quando comemos o fruto da árvore do bem e do mal.

Daí herdamos a morte, o suor do trabalho e, para as mulheres, as dores do parto. Até que é pouco. íamos bem menos desgraçados se tivéssemos apenas os males da morte, do suor e do parto.

Pulando do Paraíso terrestre para o sambódromo do Rio de Janeiro, é voz geral que, durante o desfile, a escola se perde quando “atravessa”, seja no samba em si, seja nas diferentes alas que a compõem.

Há um grupo que se dedica apenas a marcar o ritmo. São caras que não estão nem aí para os destaques, as alegorias, nem mesmo para o próprio enredo da escola. Limitam-se a marcar o ritmo e a evitar a esquina errada.

A conclusão é que falta à grande escola de samba, que é a humanidade, um mestre de bateria eficiente para marcar o compasso. Ao contrário do mestre André da Padre Miguel, o nosso Mestre de u-nos o livre-arbítrio para errar o passo e o compasso e dobrar as esquinas erradas.

[Fonte: Folha de S.Paulo, 4 de janeiro de 2011]

POR CARLOS HEITOR CONY




quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Falando de Esperança.



Nem sempre é fácil falar de esperança. É bom, necessário, bonito, mas não é fácil. Não é fácil
porque só se pode falar de esperança se falamos também de justiça, pois esperança sem justiça é pura ilusão. No entanto, como falar de justiça onde só se vê crescer a maldade, violência, corrupção, fome,miséria, exclusão, imoralidade, desrespeito, egoísmo e toda forma de injustiça? Como falar de esperança para um mundo cínico e descrente?

Porém, falar de esperança é a vocação da igreja de Cristo. Ela permanece de pé afirmando a esperança em meio ao cenário caótico que a humanidade vive. Das primeiras páginas da Bíblia até a última, encontramos uma grande e eloquente mensagem de esperança. A história da salvação é uma história de esperança. Logo no início encontramos o caos, um mundo sem forma e vazio mas, de repente, ouvese a Palavra de Deus dizendo: “Haja luz” e o caos e as trevas são vencidos, surge um movimento onde rios e lagos, montanhas e vales, animais de toda espécie e flores de todas as cores, vão ocupando aquilo que parecia disforme e caótico. Mesmo diante do pecado e da desobediência, ouve-se mais uma vez a Palavra de Deus afirmando que a cabeça da serpente enganadora será esmagada.

As diversas libertações que Deus realizoupara com seu povo, as alianças que foram celebradas, os mandamentos dados e todo o cuidado divino, traziam sempre de volta a esperança. No entanto, é importante notar que a esperança que Deus oferece não surge de promessas vazias, mas sempre da Palavra orientadora e libertadora de Deus. A esperança de uma nova ordem social, moral, ética e espiritual é acompanhada de mandamentos orientadores e libertadores. É a Palavra de Deus que cria a esperança.

O anúncio do nascimento do Messias pelos profetas foi marcado por muita esperança. O mundo era violento e hostil como sempre foi, mas a promessa da vinda de Cristo trazia para o povo a esperança de um novo tempo, um tempo em que “para a terra que estava aflita, não continuará a obscuridade” e , “o povo que andava em trevas viu grande luz…” (Is. 9.1 e 2)). A esperança é ver a luz no meio das trevas e contemplar o fim da aflição.

É por tudo isto que Cristo é a nossa esperança. Falar de esperança é falar de Cristo. Ele é o “sol da justiça”, nele o fraco e o pecador encontram descanso e perdão. É ele que abre os olhos daqueles que não enxergam mais, e abre os ouvidos dos que não são mais capazes de ouvir. Ele levanta o cansado e dá força aos que não tem mais nenhuma energia. Não se pode falar de esperança sem falar de justiça, amor, perdão, bondade e graça. A esperança não é uma promessa política ou econômica, é uma realidade espiritual, a segurança que o amor de Deus nos garante.

O nascimento de Cristo foi o grande evento que trouxe para uma humanidade cansada e sem esperança, a luz de um novo dia, a promessa de uma nova vida, a certeza do perdão e a certeza de que o mundo, embora ainda cheio de violência, mentira, corrupção, maldade e injustiça, continua sendo o lugar onde Deus resolveu mandar o seu Filho, o mundo que Deus ama e o lugar onde a esperança da cruz é afirmada e proclamada.

Que neste ano que se inicia, com tantas tragédias, onde temos visto dores e sofrimento no mundo e em nosso país, possamos proclamar que Cristo é a esperança. Que nele é possível experimentar uma nova esperança que transcende tudo o que vemos e sentimos. Que neste novo ano afirmemos em alto e bom som, como Paulo o fez: “Cristo em vós, a esperança da glória”.

Rev. Ricardo Barbosa de Sousa


terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Crônica de um filósofo sem carteira.




O trânsito urbano segue num fluxo intenso nas ruas da Capital do Ceará. Logo em época de chuvas, quando as vias ficam esburacadas, é um forte indício que o tempo perdido no trânsito tende a piorar.


O movimento começa bem cedinho, lá pelas 6h me dirijo à escola na qual sou professor de Filosofia. Ministrar aula pra mim é tranqüilo. Difícil é acordar cedo. Mas percebo que esse não seria meu único problema do dia.

Coloco a mão no bolso e percebo que havia esquecido minha carteira com dinheiro e a carteirinha de estudante (meu maior patrimônio).

Uma jovem que sentará ao meu lado e que nunca tinha visto na vida percebe a minha angustia, onde já ensaiava de maneira desesperada “fazer trazeira” pois não tinha como pagar o ônibus. Ela lentamente leva a mão a bolsa e me pergunta se aceito 2 reais para pagar minha passagem.

De pronto aceito, com um sorriso constrangido, mas aliviado por ter meu problema solucionado. Cheguei ao meu destino, e vi o quanto foi significativo a ação daquela jovem, que não sei o nome, mas que teve um gesto sobretudo nobre ao me ajudar numa situação desprevenida.

Percebi que falo muito no próximo, mas não sou tão sensível a eles. Foi uma lição que aprendi e confesso que a pro – atividade faz toda diferença.

“O melhor momento para plantar uma árvore foi há 20 anos atrás, o segundo melhor momento é agora”. Provérbio chinês.

Vida que segue.


Valeu galera,

Com vocês, ao Serviço d’Ele,

Thiago Oliveira Braga



segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A verdade em metades.




A porta da verdade estava aberta,
mas só deixava passar meia pessoa de cada vez.

Assim não era possível atingir toda a verdade,
porque a meia pessoa que entrava
só trazia o perfil de meia verdade.
E sua segunda metade voltava igualmente com meio perfil.
E os meios perfis não coincidiam.

Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.
Chegaram ao lugar luminoso onde a verdade esplendia seus fogos.
Era dividida em metades diferentes uma da outra.

Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.
Nenhuma das duas era totalmente bela.
E carecia optar.
Cada um optou conforme seu capricho, sua ilusão, sua miopia.



Este poema de Carlos Drummond de Andrade é um convite à humildade e à comunhão. Comunhão não existe sem humildade. E sem as duas, não existe experiência da verdade. A verdade a gente não sabe. A verdade a gente vive quando ela se apropria de nós. A verdade não é coisa da razão, resultado da reflexão. A verdade é soma de corações e não de cabeças.


A verdade é coisa fugidia, que não se deixa prender na gaiola dos raciocínios, não cai nas armadilhas dos pensamentos. A verdade é isso, a gente experimenta, saboreia, se delicia, mas não fica com ela como quem tem posse, pois a verdade é maior do que nós, em cada um de nós só cabe meia verdade, ou bem menos. E a gente tenta fazer uma verdade inteira juntando as partes e ficando com elas, como quem rouba do outro a metade ou parte que está com ele, pra depois a gente ficar dono da verdade. Mas a verdade não participa desse jogo. O jogo da verdade não é soma, é partilha. Não é brincadeira onde quem tem mais meia verdade ganha. É mais como uma dança onde a beleza e o alumbramento vêm no par, ou até mesmo na roda, onde as mãos e braços vão se encontrando e se despedindo, até que todo mundo na roda vive a verdade, e brinca com ela cada vez que os braços se entrelaçam e as mãos se acariciam. No fim da noite, quando cada um vai para casa descansar, a verdade também se recolhe, para que no dia seguinte todo mundo se precise novamente. Assim a humildade e a comunhão cuidam da verdade.

Na dança da verdade, meia verdade é verdade com limite, é verdade incompleta, dizendo para todo mundo que as idéias são menos importantes que as pessoas. Quem não consegue entrar na roda e quer espreitar para colecionar fragmentos de verdade, imaginando ser possível ficar dono da verdade e viver tomando conta da verdade, de fato, não vive com a verdade, mas com o capricho, a ilusão ou a miopia. Porque prefere as idéias às gentes, fica com a mentira, porque a verdade é uma pessoa e não um conceito. A verdade é uma pessoa, que gosta de brincar, de rir e de chorar. A verdade é uma pessoa que se dá a conhecer na comunhão dos humildes: “onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles”, disse a verdade inteira aos que tinham consigo apenas meias verdades.


sábado, 29 de janeiro de 2011

Reação em cadeia contra a licença a Belo Monte



A concessão de licença de instalação específica dada pelo Ibama no dia 26 de Janeiro de 2011, ao consórcio Norte Energia (NESA) – que, em outras palavras, permite a construção de canteiros e acampamentos da usina hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu, PA – gerou uma série de reações contra a decisão em mídias sociais e meios de comunicação. A licença autoriza também a  implantação de estradas de acesso, áreas para estoque de solo e madeira e realização de terraplanagem. Para iniciar as obras, entretanto, o consórcio ainda precisa de outra licença de instalação.

Uma das manifestações foi a do sociólogo Sérgio Abranches. Em seu comentário de hoje na rádio CBN, Abranches argumentou que o Ministério Público Federal do Pará havia recomendado ao Ibama que não fragmentasse o licenciamento para acelerar o processo, porque as exigências para a licença prévia não haviam sido cumpridas. De acordo com Abranches, a licença parcial (parte do que deveria ser uma licença completa) não existe na legislação ambiental brasileira.

Ele, assim como organizações como Conservação Internacional, que publicou na semana passada um documento contestando a construção da hidrelétrica, afirma que Belo Monte não será a segunda maior hidrelétrica do Brasil ou terceira do mundo – como alega o governo federal. A suposta capacidade instalada de 11.233 MW de eletricidade não seria alcançada, chegando a uma produção anual máxima de 4.420 MW. Além disso, diz Abranches, a obra não custará R$ 19 bilhões, mas em torno de R$ 30 bilhões, segundo estimativas.

“Tenho conversado com especialistas em energia, diretores de empreiteiras e empresas do setor elétrico, economistas e investidores. Todos dizem que o projeto não é bom, nem do ponto de vista econômico-financeiro, nem do ponto de vista energético”, afirma Abranches.

Outro fato recente e controverso no processo de liberação da obra foi a saída do então presidente do Ibama, Aberlardo Bayma, há duas semanas, no dia 12 de janeiro. Bayma justificou o pedido de demissão dizendo que sua decisão era movida por “motivos pessoais”. Antes dele, a saída de Roberto Messias Franco do cargo em abril de 2010 já havia sido associada às pressões por liberação de licenças ambientais.
O site ((o)) Eco também publicou hoje reporter informando que, na manhã de ontem, o Ibama havia negado à reportagem acesso ao processo nº 02001.001848/2006-75, relativo à usina, alegando que o documento estava desatualizado pela falta de pareceres mais recentes. Abranches também publicou artigo no site posicionando-se contra a decisão do órgão.

O Greenpeace também se manifestou contra a licença, em sua página e no twitter. Em artigo intitulado “Cheirando Mal”, o responsável pela campanha de energia da organização no Brasil, Ricardo Baitelo, reforça o argumento de que a capacidade da usina não é a alegada pelo governo. “A previsão é que a geração da usina ficará a dever no período da seca, o que fará com que a hidrelétrica tenha um aproveitamento muito abaixo da média das usinas no Brasil”, diz.

No Twitter, já existe uma campanha, no endereço #parebelomonte, de mobilização contra a medida do Ibama. Organizações como o escritório brasileiro da Amigos da Terra estão difundindo a iniciativa na rede social.

http://colunas.epocanegocios.globo.com/empresaverde/2011/01/27/reacao-em-cadeia-contra-a-licenca-a-belo-monte/

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Dádiva da vida.



Para os macacos, só se termina de nascer quando se tem um filho.

Valeu galera,
Com vocês, ao Serviço d’Ele,
Thiago Oliveira Braga