Quem sou eu ?
- Thiago Oliveira Braga
- Capital do Ceará, Ceará, Brazil
- cearense,ex aluno Marista,canhoto,graduado em Filosofia pela UECE, jogador de futebol de fds, blogueiro, piadista nato e sobretudo torcedor do Ceará S.C. Não escreveu livros, não tem filhos e não tem espaço em casa para plantar uma árvore.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
É preciso não esquecer nada
domingo, 25 de outubro de 2009
Porque hoje é domingo (00)

sábado, 24 de outubro de 2009
10 maneiras de dizer eu te amo
O site Solomon1, fez uma lista de ações que vão além do dizer eu te amo. É muito válido dar uma lida e por em prática.Quantas vezes perdemos a oportunidade de expressar nosso carinho por aquela pessoa tão querida que o Senhor nos deu.Então confira e depois deixe seu comentário:
1. Deixe Bilhetes (em lugares diferentes)
Talvez a vida tenha se tornado tão corrida que seus horários não coincidem com o da pessoa amada. Que tal deixar bilhetes em um local inesperado? Deixe um bilhete para seu filho (a) dentro da merendeira - é um bom começo. Que tal um bilhete carinhoso na geladeira, espelho do banheiro, no travesseiro, na tela do computador…?
2. Abrace
Contato físico pode significar muito, um abraço pode ser exatamente o que sua pessoa amada precisa para abrir um belo sorriso. Seja sentado no sofá assistindo TV, um abraço de boa noite nas crianças… Não economize! Receber um abraço carinhoso de outra pessoa é uma bela maneira de se sentir amado.
3. Escreva um Poema
Uma bela maneira de dizer “Eu te amo” é escrevendo um poema. Você não precisa ser um Shakespeare - apenas pense em algo sincero, original e que reflita seu amor por essa pessoa… e passe isso para o papel. Tente não partir pro lado dos “seus belos olhos…” ou “seu perfume é como uma flor…”. Escreva com seu coração, sem medo de ser feliz. Não precisa ser um poema com belos dizeres, pode escrever sobre o que você achar importante para você, como por exemplo, a forma como você adora quando essa pessoa dá boas risadas de algo engraçado, ou o cheirinho que fica no travesseiro após a noite. Use sua imaginação!
4. Dê um Presente Inesperado
Tenho certeza que você presenteia a pessoa amada nos aniversários, Natal, e outras ocasiões como Dia dos Namorados, etc. Mas que tal presentear essa pessoa por simplesmente ela existir e ser tão especial para você? Esse gesto pode gerar um momento de completa alegria para ambos, e o presente não precisa ser algo de valor material. Algumas dicas de presentes: chocolate, flores, um livro, tenho certeza que você saberá como agradar sua pessoa amada, basta pensar um pouquinho e uma ideia irá brotar em sua cabeça. Com muita criatividade e um pouco de dinheiro você encontrará uma maneira perfeita de dizer “Eu te amo” e surpreender essa pessoa.
5. Faça (sem a pessoa pedir)
Escolha alguma coisa para ajudar sua pessoa amada e faça sem que ela tenha que pedir você para fazer. Se sua esposa é quem arruma a cama todas às manhãs, arrume para ela sempre que lembrar, se você geralmente tem de ser praticamente “rebocado” para ajudar com as louças na cozinha, surpreenda… vá e lave tudo com carinho. Encontrar maneiras de melhorar o dia da pessoa amada deixa transparecer o quanto ela é importante pra você.
6. Dêem as Mãos
Assim como abraçar, dar as mãos é algo que podemos deixar meio de lado depois de algum tempo de convivência. Experimente dar as mãos a sua pessoa amada enquanto estiverem andando nas ruas, ou enquanto esperam uma refeição no restaurante. Manter contato físico é importante para se sentirem perto um do outro emocionalmente. É especialmente importante se for preciso conversar sobre um assunto difícil ou importante. Dar as mãos pode também ser um gesto de suporte se sua pessoa amada se sinta pra baixo ou magoada.
7. Faça uma Refeição Especial
Se na Sexta-feira vocês geralmente saem para comer fora, que tal mudar uma vez ou outra e cozinhar? Elabore em um prato especial para sua pessoa amada (não precisa ser uma ocasião especial pra isso). Lembre-se do cardápio predileto dela, dedique-se a preparar a mesa de forma com que ela fique realmente surpresa com sua atitude, e novamente você está dizendo “Eu te amo” sem falar uma palavra. Esse mesmo exemplo vale para quem come em casa todas as Sextas, que tal variar um pouco e surpreender levando a pessoa amada em um lugar que ela goste?
8. Se vista Bem
Tenho certeza que nos primeiros momentos do relacionamento você se preocupava com o visual, tentando sempre estar com boa aparência. Claro que é maravilhoso chegar a um nível de intimidade onde você pode ficar de pijamas, ou vestir aquela camisa grande e com a gola velha e desbotada… mas se vestir bem em algumas ocasiões pode trazer uma pitada de novidade e um ar diferente no relacionamento. Em uma de suas escapadas, vá a um restaurante diferente, talvez até mais requintado… algo que não venha a te prejudicar financeiramente, ou apenas vista-se bem para um jantar a dois em casa. Você vai ver como isso pode fazer a diferença.
9. Massagem nos Pés/Ombros/Costas
Nossa vida é corrida e pode ser estressante, após um dia de trabalho quem não gostaria de receber uma bela massagem? Uma massagem nos pós, ombros, costas é uma outra ótima maneira de dizer “Eu te amo” e me preocupo com seu bem estar e conforto. E como já foi dito, é outro contato físico, o que também é importante.
10. Escute
É fácil falar ao mesmo tempo ou simplesmente não prestar atenção no que sua pessoa amada está falando, você pode estar mais atento ao noticiário, lendo um jornal, respondendo um email, etc. Aprenda a ouvir sua pessoa amada - quando ela deseja falar, pare o que você está fazendo, direcione sua atenção ao que ela tem a lhe dizer. Aprenda a escutar até mesmo o que ela não diz: suas preocupações, problemas e até mesmo pequenas dicas de coisas que ela gosta. Olhe para a pessoa e deixe-a saber que você realmente está ali e naquele momento você está dedicado ao que ela tem a dizer. Faça o teste e dependendo da situação você vai se assustar com a reação da pessoa ao perceber que ela realmente está sendo escutada.
Estou certo que existem muitas outras maneiras de dizer “Eu te amo” sem ser verbalmente - quais as maneiras você conhece ou usa para demonstrar seu amor? O que a pessoa que você ama já fez para você e realmente te surpreendeu?
Com vocês ao serviço d’Ele
Thiago Oliveira Braga
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Para ler, ver, ouvir — e pensar
LAERTE. “Piratas do Tietê”. In: Folha de S. Paulo (10 de maio de 2009).Você que costuma andar em alguma Igreja (seja ela qual for), já se imaginou com uma máquina dessas?
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Reiterado agradecimento
Muito obrigado a todo pelo carinho, tanto pelos de longe quanto os que estão pertinho, me alegro com todos vocês no dia de hoje.
Thi
Meu vei
Cara
Sofredor
Filhote
Thiagão
Ceará
Guri
Vozão
Rapaz
Meu Brother
Thiaguinho
Carniça
Brow
Rapaz
Herói
Garoto
Pessoa mais irritante da face da terra
Mah
Doutor
Grande
Cearense mais querido do Brasil
Marmota
Maxu rei
Carinha
Titi
Lindão
Santo
Mano
Meu irmão em Cristo
Veio
terça-feira, 20 de outubro de 2009
E já se passaram 28 anos

"Nas tuas mãos (, Deus), estão os meus dias" Sl 31:15
Para quem não sabe dia 20 de Outubro é meu aniversário. Sim, 28 anos. 28 anos de vida. Vinte e oito. Eita lasquera. Vinte e oito anos felizes.
E escrevo essa mensagem com grande alegria no coração, pois o ano de 2009 foi um ano atípico. Tenho vivido intensamente todos eles, mas a sensação de perda de tempo que outrora tive em anos anteriores não posso dizer que senti nesse ano.
2009 foi o ano em que meu irmão (José Braga)casou, foi pai do João Pedro e de quebra eu virei tio e meus pais vovô e vovó. Pude curtir muito minha família, a muito que não aproveitei, desde de assistir e comentar sobre novelas a pescar com meu tio nos verdes mares cearenses.
No final do semestre estarei concluindo minha trajetória acadêmica no curso de Filosofia,e com a convicção de que não existe tempo pra quem não desistiu de sonhar. Entrei na UECE com 25 anos, com grandes adversidades, mas não saio, apenas fecho um ciclo e espero que em breve tenha oportunidade de vivenciar outros.
10 anos que conclui meu ensino médio e um grande pretexto de para poder (re)encontrar com vários que não vejo e que escreveram uma bonita história no Colégio Marista Cearense.
Ano em que vejo meu time do coração, o Ceará Sporting Clube fazer uma linda campanha na série B, e que depois de 16 anos subirá para disputar o brasileirão. O campeonato só acaba dia 28 de Novembro, mas já pressinto que independente da posição, ele chegará ao acesso. Obrigado CEARÁ S.C.
Mas não poderia falar que esse ano foi oportunidade de ver crescer. Aos adolescentes dos quais caminho, no trabalho eclesiástico do qual faço parte (Conectados)Eu gosto de ensinar adolescentes.Não sei bem porquê,apenas gosto.Às vezes desconfio dos motivos.Acho que em nenhuma outra faixa etária estarei perto de pessoas que são a tradução do que são pessoas que simplesmente SONHAM.
Muito obrigado a todo pelo carinho, tanto pelos de longe quanto os que estão pertinho, me alegro com todos vocês no dia de hoje. Deus abençoe a vida de cada um.
Muito Obrigado.
Capital do Ceará 20 de Outubro de 2009.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Boas perguntas. Respostas melhores ainda.
domingo, 18 de outubro de 2009
O Operário Em Construção
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina. (Cora Coralina)

E para que você pense com muito carinho nessa figura tão importante e escanteada de nossa sociedade, publico aqui, para sua reflexão.
É, se você conseguiu ler até aqui, agradeça ao professor!
terça-feira, 13 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Faça diferente, faça diferença

segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Contrário
domingo, 27 de setembro de 2009
Se liga
"Ao buscar a Deus, devemos nos preparar não somente para rever nossos conceitos,mas também para mudar nosso estilo de vida."
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Dicionário do Ceará
Otário
AI’ DENTO
Resposta a qualquer provocação
AMARELO QUEIMADO
Cor laranja
ARRE EGUA!
Interjeição que pode significar qualquer coisa a depender do tom de voz e da ocasião (alegria, irritação…)
AVALIE
Imagine
AVEXADO
Apressado
BAIXA DA ÉGUA
Lugar distante
BILA
Bola de gude
BILOTO
Botão
BOCA QUENTE
Lugar perigoso
BUNEQUEIRO
Quem bota boneco (ver “butar buneco”)
BUTAR BUNECO
Criar confusão, perder a linha, farrear bastante
BURRINHO
Garrafa de Coca-Cola cheia de cachaça
CAPAR O GATO
Ir embora
CAXAPREGO
Lugar distante
CEROTO
Sujeira preta na pele devido a falta de banho
CHABOQUE
Tampo. “Chico deu uma topada que tirou o chaboque do dedo”
CHAPA
Radiografia; dentadura
CHEI DOS PAU
Bêbado
CHULIPA
Tapa na orelha com um dedo no sentido vertical
CIBAZOL
Coisa sem valor. “Não vale um cibazol”
COMEDIA
Programa divertido. “Hoje nos vamos pras comédias”
CORRALINDA
Coisa linda, pessoa bonita
CORRER FROUXO
Ter em abundância. “Ali o dinheiro corre frouxo”
CRUZETA
Cabide para camisas e calças
CUSTAR –
Demorar. “O onibus está custando muito”
DAR O PREGO
Enguiçar
DIABEISSO!
Que diabo é isso! Expressão de espanto.
DISTRENADO
Sem graça. “Fica todo distrenado quando elogiado”
EMPRIQUITAR
Cismar, não aceitar.
ENGABELAR
Enganar, iludir
ESCROTO
Bom de briga; cafajeste
ESTRIBADO
Cheio da grana
FRESCAR
Fazer uma brincadeira. “Se zanga não, to só frescando”
FULERAGE
Coisa sem valor
FUMANDO NUMA QUENGA
Puto da vida
GALALAU
Homem alto
GASGUITA
Mulher com voz esganiçada.
GASTURA
Mal estar
GATORRÉI
Prostituta
GIGOLETE
Passadeira, diadema, arco
GUARIBADA
Dar uma caprichada
INGEMBRADO
Torto
ISPILICUTE
Do inglês “She’s pretty cute”. Engraçadinha
ISPRITADO
Enfurecido
ISTRUIR
Desperdiçar
LERIADO
Conversa fiada
MACHORRÉI
cara, amigo, o meu…
MAGOTE
Bando, grupo
MANE BOFÃO
Conhecido “restauranteur” de Fortaleza, especialista em pratos finos tais como: panelada, buchada, sarrabulho, tripa de porco, rabada,sarapatel e mão de vaca.
MANGAR
Ridicularizar.
MARMOTA
Coisa estranha
MELADO
Bêbado
MEROL
Bebida
MININORRÉI AMARELO
Criança chata
MIOLO DE POTE
Coisa sem importância
MOI DE CHIFRE
Corno
NUM FRESQUE NÃO!
Pare com essa brincadeira!
PAI D’EGUA
Porreta, legal, bacana
PAO SOVADO
Pão de massa fina
PASTINHA
Franja
PASTORAR
Vigiar
PELEJAR
Tentar exaustivamente
RACHA
pelada, jogo de futebol
REBOLAR NO MATO
Jogar fora, atirar
REBORREIA
Resto, coisa que não presta
RESPEITE!
Expressão usada quando uma coisa é muito boa. “Respeite a festa de ontem”
SABACU
Surra
SEM FUTURO
Mau negócio, pessoa despreparada
SIBITE BALEADO
Pessoa miúda (”sibite” é um pequeno pássaro)
SO O BURACO E A CATINGA
Pessoa dismilinguida. “Ele pegou uma gripe ta que é so o buraco e a catinga
SO O MI
Diz-se de alguma coisa muito boa
SUSTANÇA
Energia dos alimentos. “Rapadura tem sustança”.
TEM E ZE
E muito difícil. “Tu ganhar de mim na sinuca? Tem E ZE
TIRA A MACAUBA DA BOCA
Quando alguém fala de forma ininteligível
ULTIMO TIRO NA MACACA
Diz-se de uma mulher que completou 30 anos e não se casou
VARAPAU
Homem alto
VERMINOSO
Fominha (futebol)
VEXADO
Apressado
ZUADENTO
Barulhento
ZAMBETA
Cambota
Faça diferente,faça diferença

sábado, 19 de setembro de 2009
REVOLTANTE !!!

Será que realmente é gostoso fazer um gol assim?
Será que o torcedor honesto e que gosta do bom espetáculo, curte comemorar um gol dessa maneira?
Será que o torcedor do Ceará ou de qualquer outro time prejudicado por um gol assim, também não vibraria muito se fosse beneficiado? Não há quem adore ganhar com um gol irregular do adversário?
E os jogadores, curtem ainda mais ganhar com um gol irregular ou nem pensam nisso?
A vitória no esporte realmente vale acima de tudo, ludibriando adversários, sendo malandro?
Ou ser malandro é jogar honestamente e ganhar apenas pelo talento em campo?
Os atletas têm direito de fazer o que bem entendem, sem preocupação com a ética?
Ou o atleta deve ser o primeiro a ter cuidado em jogar limpo, para facilitar a vida dos árbitros e dar bom exemplo para os torcedores?
Infelizmente vivemos em um mundo onde o resultado é mais importante do que tudo e a honestidade e o respeito ficam em segundo plano.
“Os fins justificam os meios”, bradam os que adoram levar vantagem em tudo, tanto no esporte, como na vida, onde a desonestidade ganha, dia após dia, da correção.
Um pena, mas o futebol é o retrato da nossa sociedade estragada.
Os sete pecados capitais - GULA
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Os sete pecados capitais - PREGUIÇA

II. Ame a sua cama, ela é o seu templo.
III. Se vir alguém descansando, ajude-o.
IV. Descanse de dia para poder dormir à noite.
V. O trabalho é sagrado, não toque nele.
VI. Nunca faça amanhã, o que você pode fazer depois de amanhã.
VII. Trabalhe o menos possível; o que tiver para ser feito,deixe que outra pessoa faça.
VIII. Calma, nunca ninguém morreu por descansar.
IX. Quando sentir desejo de trabalhar, sente-se e espere que ele passe.
X. Não se esqueça, trabalho é saúde. Deixe o seu para os doentes.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Não acomodar com o que incomoda!
Não acomodar com o que incomoda!
Fernando Anitelli
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
Os sete pecados capitais - AVAREZA
Quanto vale o amor?
Quanto vale, então, fazer das tripas coração?
Quanto vale o som?
Quanto vale a dor?
Quanto vale a culpa e um pouquinho de atenção?
La Plata (Jota Quest)
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
A vida fora do gramado
Em agosto de 1969, enquanto no Maracanã lotado o escrete canarinho nos garantia a classificação rumo ao tricampeonato no México, fora das quatro linhas a vida no Brasil não era tão risonha.Afinal, desde 1964 vivíamos sob duro regime militar.
Às prisões e cassações de políticos, estudantes e dissidentes de toda sorte, a sociedade civil respondera com grandes passeatas, que reuniam estudantes universitários, intelectuais, artistas, donas de casa e profissionais liberais.
O troco do regime não se fez esperar: em 13 de dezembro de 1968 abatia-se sobre o país o Ato Institucional nº 5, que suspendia o habeas corpus e concedia ao presidente o direito de fazer novas cassações, suspender direitos políticos, legislar por decreto-lei, intervir nos estados e decretar estado de sítio.
As prisões se abarrotavam com os opositores do governo; mais de 200 professores universitários e pesquisadores foram compulsoriamente aposentados. Entre os quais o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
A Lei de Segurança Nacional foi alterada, para punir a divulgação de notícias “inconvenientes” e permitir ao ministro da Justiça intervir nas rádios e TVs.
Setores da oposição, por sua vez, radicalizavam suas ações: organizações de esquerda iniciavam a luta armada, e multiplicavam-se os assaltos a bancos e atentados a quartéis.
Naquele 31 de agosto, correu entre as mais de 180 mil pessoas presentes ao Maracanã para ver Pelé infernizar a defesa paraguaia o boato de que Costa e Silva tinha morrido.
Na realidade, ele já estava gravemente doente desde o dia 27, quando se manifestaram os primeiros sintomas, mas a imprensa, censurada, noticiou que o presidente cancelara sua agenda em razão de “forte gripe”.
Dois dias depois, os três ministros militares constituíram-se em junta e passaram a responder pelo governo, impedindo o vice-presidente Pedro Aleixo de assumir.
Finalmente, naquele domingo, 31 de agosto de 1969, desfez-se a farsa: o AI-12 entronizava a Junta Militar e confirmava o afastamento de Costa e Silva.
Nas arquibancadas do Maracanã, nós nos abraçávamos, felizes, certos de que o pesadelo estava terminando. Mas não desconfiávamos de que se consumava, na verdade, um golpe de Estado.
O pesadelo entrava em nova fase.
Em 17 de outubro a ditadura passou a exibir sua face mais medonha.
A Junta Militar baixou a Emenda Constitucional nº 1, incorporando ao arcabouço jurídico brasileiro mais uma leva de legislação excepcional: penas de morte, banimento e prisão perpétua; limitação à liberdade artística e de cátedra; fim da imunidade parlamentar e da garantia ao direito de associação; manutenção da vigência dos atos institucionais.
Para encenar a mímica da normalidade institucional, em 25 de outubro o Congresso foi reaberto especialmente para eleger o general Médici e o almirante Rademaker presidente e vice-presidente da República.
A linha-dura vencera de ponta a ponta.
O Brasil conquistou a Copa do Mundo de 1970 e teve que amargar 24 anos de espera para ser novamente campeão.
Fora das quatro linhas, ainda se passariam mais 20 anos até que o povo pudesse novamente votar para presidente.
sábado, 29 de agosto de 2009
Os sete pecados capitais - LUXÚRIA

“Pai, livrai-me da luxúria, mas não por enquanto..."
Santo Agostinho (viveu no século III e foi bispo,escritor,teólogo,filósofo,padre e Doutor da Igreja Católica)
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Toma lá, dá cá (rumo a série A)

Eita Ceará Pai d’égua!
Dentro do Maracanã, calou os mais de 27 mil torcedores vascainos que compareceram ao Maracanã, deixou os descrentes de boca aberta e não deixou duvidas a Seu Ninguém do que é capaz nesta Série B.
Futebol inteligente, futebol de elite.Devolve com o mesmo placar a derrota sofrida no Castelão, ainda na Segunda Rodada da série B.
Foi um dos feitos que vão figurar na quase centenária história do alvinegro, pois foi a primeira vitória do Ceará em partidas oficiais contra o Vasco e até onde eu sei, o Ceará nunca tinha vencido de time nenhum dentro do Maracanã.
Expresso, rumo à Série A.
Boa Sorte Ceará, a série B continua...
Thiago Oliveira Braga, dentre outras coisas, torcedor do Ceará S.C.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Descoberto o ouro negro

Com a invenção dos motores a explosão e a diesel, as frações do petróleo que eram desprezadas passaram a ter novas aplicações.
A partir do início da exploração de petróleo em águas profundas, foram descobertas grandes reservas na plataforma continental brasileira. O estado do Rio de Janeiro é o maior produtor de petróleo o país.
Hoje, a Petrobras está entre as maiores empresas petrolíferas do mundo. E o petróleo é uma das principais commodities minerais produzidas pelo Brasil.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Brasil um País de todos...

terça-feira, 25 de agosto de 2009
Os sete pecados capitais - IRA

“Tanto a mansidão como o pacificar, longe de serem fracas, têm seu pivô na força. A força de não usar o poder é vista mais claramente e de forma mais construtiva quando a possibilidade de se usar esse poder é maior. Na Escritura hebraica a figura da paz não é de duas ovelhas deitadas juntas, mas a do leão deitado junto à ovelha, que seria uma presa fácil.”
Os Guinness
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Uma viagem que valeu história

Com a vitória da Revolução de 30, Getúlio assumiu o poder e instalou um governo provisório. O Congresso e as Assembléias foram fechados, e interventores federais nomeados para governar os estados.
Para São Paulo foi nomeado o tenente João Alberto Lins de Barros.
A exclusão do governo do Partido Democrático (PD) – que havia apoiado a Revolução de 30 – deu início a uma campanha de mobilização da sociedade paulista, pela imediata reconstitucionalização do país e a ampliação da autonomia política dos estados.
Apesar da renúncia de João Alberto, a hostilidade entre os paulistas e o governo Vargas só fez aumentar.
No início de 1932, os dois principais partidos paulistas se uniram, formando a Frente Única Paulista (FUP), que passou a preparar uma revolta armada. Percebendo a força do movimento, Getúlio nomeou o civil e paulista Pedro de Toledo como interventor e publicou o novo Código Eleitoral, que previa a realização de eleições para a Assembleia Constituinte em maio do ano seguinte.
Essas medidas foram entendidas pelos paulistas como manobra protelatória de Vargas.
Em 23 de maio, um grupo de jovens estudantes tentou invadir a sede de um jornal favorável a Getúlio. No conflito com um grupo de tenentistas, morrem os estudantes Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo. As iniciais de seus nomes foram usadas para designar uma sociedade secreta, MMDC, que passou a tramar a derrubada do governo Vargas.
(Muitos anos depois, a Lei estadual nº 11.658, de 13.01.2004 criou o “Dia dos heróis MMDCA” (23 de maio), incorporando ao quarteto original a inicial de Orlando de Oliveira Alvarenga, ferido no dia 23 de maio, mas que só veio a falecer em 12 de agosto.
No dia 9 de julho eclode o movimento na capital e no interior do estado. Comandavam as forças rebeldes Bertoldo Klinger e Euclides Figueiredo – militantes da Revolução de 1930 –, e Isidoro Dias Lopes – líder do levante de 1924.
Isolados, os paulistas assinaram a rendição em outubro de 1932.
Além disso, em agosto de 1933, São Paulo finalmente viu chegar um civil e paulista à chefia do governo, com a nomeação de Armando de Sales Oliveira para substituir o general Valdomiro Lima.
domingo, 23 de agosto de 2009
A música no período do regime militar

“Você corta um verso, eu escrevo outro
Você me prende vivo, eu escapo morto”
Pesadelo – M. Tapajós e Paulo C. Pinheiro
Alguns são saudosos do Regime Militar. É bom reavivar a memória: entre 1964 e 1985, o país sofreu censura ampla, geral e irrestrita. Nada escapava da ceifa dos censores. O clássico da literatura O Vermelho e o Negro, de Stendhal, foi proibido por causa do “vermelho” do título. Na novela Escrava Isaura, não se podia usar a palavra escravo. A polícia saiu às ruas à procura do autor de Electra, a mando dos militares chocados com a violência da peça teatral. Naturalmente, não encontraram o grego Sófocles, morto 20 séculos antes.
Para calar a voz da nação, por ocasião do golpe militar de 64, improvisou-se uma equipe formada por esposas de militares, ex jogadores de futebol e funcionários públicos desviados da função. Despreparados e apoiados pela FTP e Igreja, os cães de guarda da moral eram implacáveis com quem destoasse dos valores ultramoralistas, antidemocráticos e anticomunistas do regime. Mais tarde, entre 74 e 85, concursos públicos para censores exigiram nível universitário. Os novos censores eruditos e bem informados continuaram tomando decisões pessoais. Além dos critérios de corte serem poucos claros, faltava diálogo entre os diferentes órgãos de repressão e sobrava arbitrariedade. Aldir Blanc conta que viu um general, aos gritos, ordenar a morte de Ney Matogrosso, pois o neto não parava de imitar o seu rebolado. Paulo Coelho ficou preso por um mês por trajar camisa da seleção do Paraguai, o que o delegado julgou um insulto. Mais casos curiosos podem ser conferidos no ótimo site http://www.censuramusical.com.br/.
Pela lógica da repressão, vigiar a cena musical garantia a desmobilização política da sociedade. Para os militares, artistas da MPB, inteligência de esquerda, movimentos operários e estudantil conspiravam para desestabilizar o regime. Os artistas lutavam pelo direito de sobrevivência no mercado de trabalho. Foi um período de grande efervescência cultural e política, onde a chamada música de protesto floresceu e se tornou a grande trincheira de resistência ao autoritarismo.
Entre 66 e 72, os festivais da canção fomentaram o protesto pacífico. A MPB driblava a censura com letras repletas de metáforas. Chico Buarque, contra a própria vontade alçado ao posto de bardo opositor, teve 40 musicas vetadas, a metade por razões políticas. Abusando do duplo sentido, são dele “Cálice” e “A Rita” , composta um ano após o golpe da Dita(dura), que, “além de tudo,me deixou um violão”. Em “Acorda amor” , canção onde diz ter medo de ladrão do que dos militares, burlou censores com o pseudônimo de Julinho da Adelaide. Com o endurecimento do regime, Chico espontaneamente exilou-se na Itália. Menos sorte teve Geraldo Vandré, o irado compositor de “Pra não dizer que não falei de flores” : lenda viva após o exílio do Chile desagregou-se como pessoa pública. Em 89 inexplicavelmente compôs “Fabiana”, uma homenagem à FAB.
A maioria das letras, no entanto, era vetada por questões morais. Para preservar a imagem de nação com rígida moral cristã, a censura policiava a anti-metáfora da música de protesto, a música simples e direta ao povo. Odair José, o terror das empregadas, foi perseguido por versos que feriam a hipocrisia puritana. Teve “A Pílula” censurada por pressão da igreja. Luiz Ayrão, cantor brega mais engajado, compôs no 13 aniversário do golpe “há treze anos te aturo e não agüento mais” à qual deu o nome de “Divórcio”. A censura não percebeu.
Nos versos da canção, amordaçava-se o canto de um povo, num clima de paranóia. “Tortura de amor” , de Waldick Soriano, foi vetada por causa da palavra tortura. A censura à “Curvas da Marquesa de Santos”, de Luís Nassif, justificava : personagem histórica não podia ter curvas. Em “Casa Forte”, de Edu Lobo, faltou letra e a música foi proibida. “Pra não dizer que não falei de flores” e “Disparada” foram vetadas na voz do autor, mas Jair Rodrigues podia cantá-las. Ter ou não a obra liderada era,nas palavras de Chico Buarque, roleta russa. “Apesar de você” crítica a ditadura disfarçada de querela amorosa já tinha vendido 100.000 compactos quando foi censurada. Em “Bolsa de Amores” Chico comparava uma garota às ações da bolsa de valores “moça fina, ordinária,ao portador”. Teve que trocar o “ao portador” por “sem valor”. Em “Trocando em Miúdos” aplacou censores acrescentando “e nunca leu” ao “devolva o Neruda que você me tomou”.
Aquele foi um tempo de patrulha ideológica interna. Em 72, Wilson Simonal desentendeu-se com o seu contador. Para vingar-se, o advogado espalhou que o cantor delatava colegas contra o regime militar. Foi o suficiente para levá-lo ao ostracismo. Faleceu, em 2000,antes de ver seu nome absolvido pela Comissão de Direitos Humanos da OAB. Caetano Veloso, por seu estilo independente, era taxado como subversivo pelos militares, e de “entreguista Odara” pelos colegas engajados.
Alguns artistas aderiram ao regime da potência de “amor e paz”. Don e Ravel assinaram a marchinha “Eu te amo, meu Brasil”. Jorge Ben compôs “Brasil Tropical” e “Brasil” e Zé Kéti foi o autor do hino do sesquicentenário da independência.
O começo do fim da longa e tenebrosa nevasca cultural foi em 1979. O recém criado Conselho Superior de Censura abrandava a atuação repressiva. Num tempo, página infeliz da nossa história, passagem desbotada na memória das nossas gerações, Chico e Francis Hime compuseram o samba “Vai Passar”, hino da campanha das DIRETAS JÁ. Em 88 o ciclo de fechou com a promulgação da nova constituição. O grito de guerra do início da ditadura militar, de João do Vale – “Carcará pega, mata e come” – enfim silenciava. Era o fim do regime do “Pisa na fulo,mas não maltrata o carcará”. Que ele descanse em paz, sem direito à ressurreição ou a vida eterna.
Vivemos em outros tempos, então aproveite o seu tempo.
Thiago Oliveira Braga
Visão melhor
sábado, 22 de agosto de 2009
domingo, 16 de agosto de 2009
Dia do filósofo

Eu iria escrever um texto incrível parabenizando Sócrates, Platão, alguns pré-socráticos. Mas desisti e achei que uma melhor homenagem seria eu ficar algumas horas me questionando o porquê de eu escrever tal texto.
É com essa “reflexão” que faço a lembrança do meu, do seu , do nosso dia do Filosofo. 16 de Agosto de 2010 espero está formado e empregado como professor de Filosofia e daí escrevo algo mais.
Saudações a todos.
Thiago Oliveira Braga
O mundo contempla o esplendor de Usain Bolt

sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Refletindo em Aristóteles 2
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Refletindo em Karl Barth

"Quando contamos nossas virtudes nos tornamos competidores.
Quando confessamos nossos pecados nos tornamos irmãos"
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Copa do Brasil, 1994: um vice-campeonato ainda engasgado
Por Ciro Câmara, na edição deste domingo (9 de Agosto de 2009) do Jornal O POVO“És o time das grandes campanhas”. O verso do hino do Ceará Sporting Club nunca esteve tão em voga quanto na temporada de 1994. No ano marcado pelo tetra mundial da seleção brasileira e pela morte de Ayrton Senna, a campanha do vice-campeonato na Copa do Brasil conseguiu rivalizar com os demais fatos, pelo menos para os alvinegros. Amanhã, o feito completa 15 anos.
A campanha consolidou nomes, como os de Sérgio Alves, Vitor Hugo e Airton na galeria de ídolos do clube; derrubou gigantes como Palmeiras e Internacional; e levantou polêmica que rende até hoje: afinal, Sérgio Alves sofreu ou não o pênalti que renderia o título ao Vovô, na decisão contra o Grêmio?
A campanha alvinegra começou sem empolgar. Dirigido por Mauro Fernandes, o Vovô sofreu para desclassificar o Campinense (PB) - vitória em casa por 2 a 0 e derrota fora por 2 a 1, com vaga garantida no saldo de gols. Os resultados vacilantes custaram o cargo de Fernandes, substituído por Dimas Filgueiras, ex-atleta e funcionário do clube.
A missão era não fazer feio na segunda fase, diante do poderoso Palmeiras de Vanderlei Luxemburgo. O goleiro Chico afirma que a entrada de Dimas foi decisiva para a arrancada do time. “Quando o Dimas assumiu a coisa se transformou, criou um novo ânimo”, lembra o atual auxiliar-técnico do Ferroviário.
Após o empate sem gols no Castelão, o time abriu o placar em São Paulo, com gol de Jaime. O Verdão empatou. O resultado foi o suficiente para a classificação. O atacante Sérgio Alves diz que “caiu a ficha” do potencial da equipe após esse jogo. “Ali, percebemos que podíamos ir longe”.
Em seguida, veio o mata-mata diante do Internacional. O Vovô bateu os colorados por 1 a 0, no Castelão, gol de Gerônimo. Na partida da volta, o mesmo Gerônimo marcou para o Alvinegro, derrotado por 2 a 1, mas classificado por ter mais gols fora de casa. “Houve uma pressão grande e tivemos a capacidade segurar aquele resultado”, destaca Chico.
A semifinal foi diante de outra surpresa: Linhares (ES). O primeiro jogo, no Castelão, empate sem gols. Na volta, o Ceará bateu os adversários por 1 a 0, gol de Sérgio Alves. Restava um obstáculo para o título. O time iniciava o mata-mata contra o Grêmio em casa, em 7 de agosto. No Castelão com 53 mil pagantes, o jogo foi de baixo nível e o placar terminou em 0 a 0. O resultado não frustrou os alvinegros, preocupados em não tomar gols em casa.
Três dias depois, o Ceará se via no estádio Olímpico (RS). O Grêmio partiu para o sufoco e, aos 3min, marcou com Nildo. Os gaúchos tiveram oportunidades de aumentar no primeiro tempo. Na etapa final, o Alvinegro conseguiu equilibrar a partida mas não alcançou o empate, que daria o título. Ficou ainda a reclamação sobre pênalti sobre Sérgio Alves, considerado regular pelo árbitro Oscar Roberto de Godói. Uma revolta que dura 15 anos.
Desde então, nenhuma equipe local conseguiu chegar tão próximo de um título de máxima expressão nacional.
COPA DO BRASIL
GRÊMIO 1 - Danrlei; Ayupe, Paulão, Agnaldo e Roger; Pingo, Jamir, Émerson e Carlos Miguel (Wallace); Fabinho e Nildo (Carlinhos). Técnico: Luís Felipe Scolari
CEARÁ 0 - Chico; Ronaldo, Aírton, Vítor Hugo e Claudemézio; Mastrillo, Ivanildo, Elói e Catatau; Jerônimo e Sérgio Alves. Técnico: Dimas Figueiras
Local: estádio Olímpico, em Porto Alegre
Data: 10/8/1994
Árbitro: Oscar Roberto Godói
Público: 49.263 pagantes
Gol: Nildo, aos 3min do 1ºT
Campanha do Ceará: 22/2 - Ceará 2×0 Campinense (Ronaldo e Ney); 25/3 - Campinense 2×1 Ceará (Catatau); 18/5 - Ceará 0×0 Palmeiras; 29/5 - Palmeiras 1×1 Ceará (Jaime); 4/6 - Ceará 1×0 Internacional (Gerônimo); 8/6 - Internacional 2×1 Ceará (Gerônimo); 23/7 - Ceará 0×0 Linhares; 30/7 - Linhares 0×1 Ceará (Sérgio Alves); 7/8 - Ceará 0×0 Grêmio e 10/8 - Grêmio 1×0 Ceará.
ONDE ANDA
> Chico (goleiro) - Atualmente trabalha como auxiliar-técnico do Ferroviário
> Ivanoé (goleiro) - Abandonou o futebol em 2006 e hoje mora em Quixadá
> Airton (zagueiro) - Trabalha como segurança e disputa campeonatos de subúrbio
> Aldemir (zagueiro) - É gerente do Ferroviário
> Ronaldo Salviano (volante) - Era árbitro e agora treina o Maguary
> Ivanildo (meia) - Mora em Fortaleza
> Roberto Carlos - (lateral ) - Supervisor do Horizonte
> Jaime (lateral) - Atua como amador, em Sobral
> Zé Ricardo (meia) - Mora no Rio de Janeiro
> Malhado (lateral) - Reside em Recife
> Claudemir (atacante) - É frentista na Capital
> Elói (meia) - Mora no Rio de Janeiro
> Claudemésio (lateral) - É de mototaxista em Fortaleza
> Da Silva (zagueiro) - Disputou a 3ª Divisão estadual pelo São Benedito
> Vitor Hugo (zagueiro) - Atua como técnico de futebol
> Sérgio Alves (atacante) - Continua no clube.Tem 39 anos
> Mastrillo (volante) - Treina o River do Paiuí
> Gerônimo (atacante) - Mora em Maceió (AL)
> Catatau (atacante) - Tem uma fábrica de papelão, em Campinas (SP).
> Nonato (atacante) - Falecido
> Dimas Filgueiras (treinador) - É funcionário do Ceará.
> Paradeiro desconhecido - Niltinho, Bizu, Ney e Rildo (atacantes), Renato Martins (lateral esquerdo), Eugênio (zagueiro) e Cafu (lateral)
Esse ano foi marcante pra mim, não pelo tretracampeonato da Seleção Brasileira, mas pela campanha bonita que o Ceará teve naquele ano. Confesso que chorei muito ao final do jogo, e fui para quase todos os jogos dessa campanha (excluindo a do Linhares-ES).
Valeu Ceará, tive, tenho e terei orgulho de ser alvinegro, espero que o ano de 2009 seja um ano de alegrias.
Da-lhe Ceará.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
A esculhambação do forró atual

'Tem rapariga aí?
Se tem levante a mão!'.
A maioria, as moças, levanta a mão.
Diante de uma platéia de milhares de pessoas, quase todas muito jovens, pelo menos um terço de adolescentes, o vocalista da banda que se diz de forró utiliza uma de suas palavras prediletas (dele só não, e todas bandas do gênero). As outras são 'gaia', 'cabaré', e bebida em geral, com ênfase na cachaça. Esta cena aconteceu no ano passado, numa das cidades de destaque do agreste (mas se repete em qualquer uma onde estas bandas se apresentam). Nos anos 70, e provavelmente ainda nos anos 80, o vocalista teria dificuldades em deixar a cidade.
O secretário de cultura Ariano Suassuna foi bastante criticado, numa aula-espetáculo, no ano passado, por ter malhado uma música da Banda Calipso, que ele achava (deve continuar achando, claro) de mau gosto.Vai daí que mostraram a ele algumas letras das bandas de 'forró', e Ariano exclamou: 'Eita que é pior do que eu pensava'. Do que ele, e muito mais gente jamais imaginou.
Pra uma matéria que escrevi no São João passado baixei algumas músicasbem representativas destas bandas. Não vou nem citar letras, porque este jornal é visto por leitores virtuais de família. Mas me arrisco a dizer alguns títulos, vamos lá: Calcinha no chão (Caviar com Rapadura), Zé Priquito (Duquinha), Fiel à putaria (Felipão Forró Moral), Chefe do puteiro (Aviões do forró), Mulher roleira (SaiaRodada), Mulher roleira a resposta (Forró Real), Chico Rola (Bonde do Forró), Banho de língua (Solteirões do Forró), Vou dá-lhe de cano de ferro (Forró Chacal), Dinheiro na mão, calcinha no chão (Saia Rodada), Sou viciado em putaria (Ferro na Boneca), Abre as pernas e dê uma sentadinha (Gaviões do forró), Tapa na cara, puxão no cabelo (Swing do forró). Esta é uma pequeníssima lista do repertório das bandas.
Porém o culpado desta 'desculhambação' não é culpa exatamente das bandas, ou dos empresários que as financiam, já que na grande parte delas, cantores, músicos e bailarinos são meros empregados do cara que investe no grupo. O buraco é mais embaixo. E aí faço um paralelo com o turbo folk, um subgênero musical que surgiu na antiga Iugoslávia, quando o país estava esfacelando-se. Dilacerado por guerras étnicas, em pleno governo do tresloucado Slobodan Milosevic surgiu o turbo folk, mistura de pop, com música regional sérvia e oriental. As estrelas da turbo folk vestiam-se como se vestem as vocalistas das bandas de 'forró', parafraseando Luiz Gonzaga, as blusas terminavam muito cedo, as saias e shortes começavam muito tarde. Numa entrevista ao jornal inglês The Guardian, o diretor do Centro de Estudos alternativos de Belgrado. Milan Nikolic, afirmou, em 2003, que o regime Milosevic incentivou uma música que destruiu o bom-gosto e relevou o primitivismo estético. Pior, o glamour, a facilidade estética, pegou em cheio uma juventude que perdeu a crença nos políticos, nos valores morais de uma sociedade dominada pela máfia, que, por sua vez, dominava o governo.
Aqui o que se autodenomina 'forró estilizado' continua de vento em popa.Tomou o lugar do forró autêntico nos principais arraiais juninos do Nordeste. Sem falso moralismo, nem elitismo, um fenômeno lamentável, e merecedor de maior atenção. Quando um vocalista de uma banda de música popular, em plena praça pública, de uma grande cidade, com presença de autoridades competentes (e suas respectivas patroas) pergunta se tem 'rapariga na platéia', alguma coisa está fora de ordem. Quando canta uma canção (canção?!!!) que tem como tema uma transa de uma moça com dois rapazes (ao mesmo tempo), e o refrão é 'É vou dá-lhe de cano de ferro/e toma cano de ferro!', alguma coisa está muito doente. Sem esquecer que uma juventude cuja cabeça é feita por tal tipo de música é a que vaitomar as rédeas do poder daqui a alguns poucos anos.
Ariano Suassuna
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
O Futuro não é mais como era antigamente
Dialética do tempo : O Pelourinho da cidade de Aracati-CE ladeado por parabólica e luz elétrica. 19.06.09 (Foto: Thiago Oliveira Braga)Tive a oportunidade de passar 17 dias em Arujá-SP, trabalhando numa temporada de inverno do Acampamento Jovens da Verdade , e estando longe de casa, mesmo sendo em zona rural, tive oportunidade de levar meu notebook e internet móvel , e devido a isso estava lá, mas ao mesmo tempo ON TIME, com tudo que estava acontecendo. (inclusive três vitórias do Ceará S.C., sendo que duas fora de casa).
Quantas não são as ferramentas que Deus tem nos dado para levar Sua verdade aos confins da terra. O que temos feito com toda essa parafernália que temos recebido ? O que poderemos fazer nesse espaço globalizado que São Paulo fica "ali" do lado.
A tecnologia acaba nos deixando sobremaneira acomodado, no entanto, nossas responsabilidades são as tão grandes, pois as demandas da nossa geração é , e continuará aumentando.
Tem horas que tenho que optar em saber o que será melhor: o que é importante ou o que é essencial. Nem sempre é muito fácil fazer essas decisões, apesar do contexto não muito favorável, quero continuar fiel aquilo que acredito.
Que Deus nos desperte para essa realidade. Para novas possibilidades, para quebrar velhas barreiras e alcançar lugares novos.
Até a próxima (E o Ceará é bem AQUI, e continua lindo) !
Com vocês ao serviço d’Ele
Thiago Oliveira Braga
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Minhas férias de Julho de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Como posso descobrir a minha vocação ?

Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil. Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer.
[1Corintios 12.4-7,11]
Você sabe que tem uma vocação quando seu conjunto de talentos, capacidades e habilidades está identificado. Os conceitos de inteligências múltiplas (ver de Howard Gardner) e de dons e ministérios indicam que todas as pessoas são dotadas de recursos para realizações úteis. Quando somos conscientes dos recursos que nos são inerentes ou que recebemos e ou adquirimos ao longo da vida, podemos discernir melhor a contribuição que podemos dar para o bem comum.
Você sabe que tem uma vocação quando seu conjunto de talentos, capacidades e habilidades está disponibilizado de forma organizada. Contribuições pontuais e ações eventuais não são suficientes. A vocação é exercida numa rotina de atividades por meio das quais canalizamos nossos recursos para suprir necessidades específicas das pessoas.
Você sabe que tem uma vocação quando sua contribuição independe de remuneração. Na verdade, quando você está inclusive disposto ou disposta a pagar para continuar a fazer o que faz. Paulo de Tarso era fazedor de tendas por ocupação e apóstolo por vocação. Sua atividade apostólica não dependia de remuneração, e inclusive era, de quando em vez, auto-financiada.
Você sabe que tem uma vocação quando existe uma necessidade do/no mundo a respeito da qual você se sente responsável. Pode ser um grupo social, um povo, uma instituição, uma causa, enfim, algo pelo que você se sente impelido ou impelida a fazer alguma coisa.
Você sabe que tem uma vocação quando aquilo que você faz exige mais do que mera intuição, exige capacitação. Para exercer uma vocação você deve se comprometer a estudar, se aperfeiçoar e se desenvolver de modo a fazer cada vez melhor e com mais excelência, eficiência e eficácia aquilo que faz.
Você sabe que tem uma vocação quando as coisas que acontecem ao redor de sua atuação se explicam apenas pela ação do Espírito Santo. O chamado divino para uma tarefa específica se faz sempre acompanhar dos recursos divinos para sua concretização e sucesso.
Você sabe que tem uma vocação quando recebe constante feedback (retorno) de pessoas que agradecem e glorificam a Deus pela sua vida. O critério último de uma vocação não depende de quanto você gosta do que faz, mas de quanto as pessoas são abençoadas pela sua contribuição.
Você sabe que tem uma vocação quando, ao final de um artigo a respeito de vocação, você não tem um monte de interrogações na cabeça. Como na conversa em que um jovem pergunta ao pastor como saber se está apaixonado, e o pastor responde “Não sei, mas sei que você não está”. Quem precisa perguntar “como posso descobrir minha vocação?”, ainda não a descobriu - não significa que não tem uma vocação, mas que ainda não sabe qual é.
Ed René Kivitz






