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Capital do Ceará, Ceará, Brazil
cearense,ex aluno Marista,canhoto,graduado em Filosofia pela UECE, jogador de futebol de fds, blogueiro, piadista nato e sobretudo torcedor do Ceará S.C. Não escreveu livros, não tem filhos e não tem espaço em casa para plantar uma árvore.
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Para explicar o inexplicável.

Documentários sobre futebol são sempre muito bons. Uns mais outros menos, retratam um universo sem razão, de pura alma. Filmam uma paixão maluca - como todas as outras paixões.

Há quem defina como alienação. E não deixam de ter razão.

De fato, o jogo serve para mascarar e substituir muitas coisas. Funciona como solvente para frustrações, borracha para decepções. Não raro, é uma peneira da vida. Passa apenas o que interessa.

O futebol desliga o cérebro. no torcedor aciona apenas o coração (antigamente costumava fazer isso também   com o jogador). É sentimento puro e simples.

Sentimento que gera raiva, ódio, tristeza. Mas também carrega alegria, euforia, carinho.

Contradições que os filmes tentam revelar. Tentar explicar. E poucas vezes conseguem.

O mais recente é o "Bahêa minha vida". Espetáculo de imagens e depoimentos.

No mais verdadeiros deles, um torcedor diz:

"O Bahia jogando, e ganhando, você pode passar uma semana com fome... mas vai passar com amor."

Confira o trailer do documentário:

sábado, 29 de outubro de 2011

A Doutrina do Choque (The Shock Doctrine) - Naomi Klein // Completo



"A Doutrina do choque"


O documentário "A doutrina do choque", prega resistência (à teoria da desregulação do mercado personificada pelo economista Milton Friedman) e ação popular, por outro "new deal", que remodele a economia mundial.


O paralelo entre Obama e Franklin Roosevelt, o presidente americano que atravessou a Grande Depressão nos anos 1930, é feito pela jornalista Naomi Klein, em cujo livro ("A doutrina do Choque: A Ascensão do Capitalismo de Desastre) o filme se baseia.


Winterbottom disse que aceitou o convite de Klein por achar o livro "muito potente" e ver nele "a oportunidade de falar desses acontecimentos de uma perspectiva particular".


Com numerosas imagens de arquivo, "A Doutrina do choque" se propõe a traçar um painel da implementação das ideias de Friedman e seu grupo de colaboradores na universidade, os "meninos de Chicago", em distintas partes do mundo, a começar pela América Latina.
O golpe que depôs e matou Salvador Allende no Chile é citado como primeiro exemplo de que o "incontrolável cassino capitalista" resultante das teorias de Friedman requereu regimes totalitários para se estabelecer fora dos EUA.

"No mundo anglofônico [EUA e Reino Unido]", as guerras, a começar pela das Malvinas (1982), sob o comando de Margareth Thatcher, foram o elemento impulsionador da economia livre mercado, sustenta o filme. 


Klein participa do longa entrevistando pessoas e em extratos de palestras que profere, com a intenção por ela declarada de impedir que a "memória coletiva" se deixe tomar por uma enviesada versão da história do tempo corrente.
"A Doutrina do Choque" compara as vítimas civis da Guerra do Iraque com os desaparecidos durante a ditadura argentina (1976-83), igualando-os à condição de "pessoas que se opuseram" ao regime econômico que se tentou impor em seus respectivos países.
Para quem não viu, é um boa pedida.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

El Secreto De Sus Ojos - La Pasión




Demorei muito para ver “O Segredo dos Seus Olhos”, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2010. Não vou desfilar os detalhes, pois não existe nada mais chato do que sinopses que entregam o jogo. O jogo, eis o detalhe que quero me ater.
O filme traz a história de um assassinato que transforma o time do Racing em um rico personagem. Um dos momentos mais marcantes é uma sequência de 6 minutos no Estádio do Huracán, com imagens que mostram a torcida do Racing, as músicas entoadas, a festa na arquibancada, os corredores do estádio e, claro, a partida. Tudo a partir de uma câmera que vai registrando as cenas sem nenhum corte.
Compartilho aqui não só parte desta sequência, mas também o diálogo que a antecede. Um racinguista fanático vai listando os nomes e as fichas completas de ídolos do passado. Até que outro companheiro de bar resolve questioná-lo:
Sandoval: Escribano, o que é o Racing para você?
Escribano: Bom, uma paixão, querido
Sandoval: Apesar de não ser campeão há 9 anos?
Escribano: Uma paixão é uma paixão…
Sandoval: Você percebe, Benjamin? O cara pode mudar tudo: de cara, de casa, de família, de noiva, de religião, de Deus. Mas uma coisa você não pode mudar, Benjamin. Não pode mudar… de paixão.
Para quem não assistiu, fica a dica.

domingo, 27 de março de 2011

TMB Panyee FC short film

Quem ainda não viu este vídeo, por favor assista. Um TRATADO sobre o que realmente é o futebol.

terça-feira, 22 de março de 2011

Todo Colombia se puso la camiseta Adidas de la Selección



45 millones de habitantes
12.800 kilométros
Una sola camiseta
Que recorrió todo el país!
Camiseta oficial ADIDAS de lá Selecion Colombiana!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Seleção espanhola em episódio do desenho 'Os Simpsons'

Casillas, Torres, Puyol, Villa, Sérgio Ramos, Piqué, Xavi, Iniesta, Silva, Xabi e Fábregas

Depois de Pelé e Ronaldo, os jogadores da seleção espanhola podem virar personagens de desenho animado e aparecerem ao lado de Homer, Bart e cia na série 'Os Simpsons'.

Uma imagem que circula na internet dá indícios de que os campeões do mundo serão os próximos famosos a protagonizarem um episósio da série, que faz sucesso há mais de 11 anos e tem costume de levar celebridades para sua trama.

Na imagem em questão, alguns jogadores ganharam toques mais cômicos. O meia Iniesta, autor do gol do título contra a Holanda, é careca, Sérgio Ramos é dentuço e Fernando Torres é vesgo. Do zagueiro Puyol, só é possível ver a boca e o vasto nariz, já que a cabeleira encobre o resto.

Seriam as cariacturas uma brincadeira de um fã da ‘Fúria’, ou uma prova de que os craques espanhóis vão mesmo aparecer em um dos desenhos de maior sucesso da história da TV?


segunda-feira, 15 de março de 2010

Um dos maiores filmes de todos os tempos


1972 - Estreia The Godfather (O poderoso chefão), de Francis Ford Coppola, baseado em romance de Mario Puzo.

O filme conta a saga da família Corleone, a mais importante família mafiosa de Nova York durante a primeira metade do século XX, chefiada por Vito Corleone (Marlon Brando).

A chegada do tráfico de drogas ao mundo do crime transforma a vida das famílias. Quando Don Corleone se recusa a facilitar a entrada dos narcóticos na cidade, não oferecendo ajuda política e policial, sua família começa a sofrer atentados para que mudem de posição.

É nesse complicado contexto que o filho caçula, Michel (Al Pacino), herói de guerra mantido à parte dos negócios da família, vê a necessidade de proteger o pai e tudo o que ele construiu ao longo dos anos.

O elenco é composto também por James Caan, Robert Durvall, Diane Keaton, John Cazela, Talia Shire, Richard Castellano, Sterling Hayden, Gianni Russo, Rudy Bond, John Marley, Richard Conte, Al Lettieri, Abe Vigoda.

O papel de Michel Corleone tinha sido oferecido a Warren Beatty, Jack Nicholson e Dustin Hoffman, mas todos o recusaram.

A trilha sonora composta por Nino Rota é comovente. Com uma direção fantástica e um roteiro soberbo, o filme mantém o espectador ligado durante as quase três horas de projeção.

Ganhou três Oscars: Melhor filme, melhor roteiro adaptado e Melhor ator (Marlon Brando, que se recusou a receber a estatueta em protesto à discriminação feita pelo governo e por Hollywood aos índios americanos).

Esse é o primeiro de uma trilogia de filmes dos mesmos autores, tendo suas sequências The Godfather: Part 2 e 3.

The Godfather é um marco na história do cinema e na história dos filmes sobre a Máfia americana.

Lucia Hippolito

quarta-feira, 4 de junho de 2008

As crônicas de Nárnia - O PRINCÍPE CASPIAN


Príncipe Caspian é o segundo filme da série cinematográfica As crônicas de Nárnia. Depois do sucesso de O leão, a feiticeira e o guarda-roupa, agora é a vez do segundo livro da saga de C. S. Lewis, publicado em 1951. Aliás, o livro chegou a ser publicado no Brasil pela Ediouro nos anos 80, com o título O Príncipe e a Ilha Mágica, com tradução de ninguém menos que o famoso cronista Paulo Mendes Campos.


A história traz os mesmos protagonistas da primeira aventura: Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia, só que mais de mil anos depois – isso na contagem de Nárnia, o equivalente a apenas um ano no nosso mundo. Neste período, em que os quatro irmãos Pevensie estiveram fora de Nárnia, ela foi invadida pelos terríveis telmarinos. Diante de ameaça, as criaturas fantásticas e falantes tiveram que se esconder, mas o príncipe Caspian, herdeiro do trono, sonha em reviver a Antiga Nárnia. Para isso, invoca os reis do passado através da trompa mágica de Susana, que ela deixou antes de voltar para nosso mundo. Os tais telmarinos são, na verdade, piratas do mundo dos mortais que se perderam em uma ilha e foram abduzidos para Nárnia através de uma caverna.


Clive Staples Lewis (1898-1963), ou simplesmente C. S. Lewis, é considerado um dos maiores críticos literários, escritores de obras de ficção e teólogo do século 20. Muitos consideram que as figuras mitológicas utilizadas em seus livros seriam extraídas do paganismo, e portanto, incompatíveis com a fé cristã. Só que, assim como Cervantes, Lewis usa o sonho e a fala de animais para expressar suas idéias. Essa atmosfera de conto de fadas é justamente um dos méritos da obra – em uma carta para uma criança que era sua fã, ele diz que os pequenos têm facilidade para perceber, por exemplo, quem é o leão Aslam: uma figura de Cristo.


Lewismania
Desde o lançamento de O leão, a feiticeira e o guarda-roupa, em 2006, a obra de C. S. Lewis tornou-se mais conhecida e prestigiada pelo público brasileiro. Confira um pouco do que há para ver e ler:
Filmes – Além dos longas da série atual, a Focus Filme lançou As crônicas de Nárnia – Edição de colecionador, uma caixa com três DVDs com produções da década d e 90 da TV inglesa, contendo, além de O leão, a feiticeira e o guarda-roupa e Príncipe Caspian/A viagem do peregrino da alvorada e A cadeira de prata – cada um com mais de três horas de duração. Já Terra das sombras, de 1993 (Warner), é um filme ganhador de diversos prêmios, mas ainda inédito em DVD no Brasil, que narra um momento muito importante da vida de C. S. Lewis. Existe uma outra versão com o mesmo título que é ainda mais fiel àquele momento. Mas o desenho animado O leão, a feiticeira e o guarda-roupa, de 1979, pode ser encontrado a menos de 10 reais por aí.
Livros – Alma do leão, a feiticeira e o guarda-roupa, de Gene Veith (Danprewan); O imaginário em as crônicas de Nárnia, de Glauco Barreira Magalhães Filho (Mundo Cristão); Os bastidores de Nárnia, de Devin Brown (United Press); O Evangelho de Nárnia, organizado por Gabriele Greggersen (Vida Nova).
Já o site http://www.cslewis.org/é da Fundação C. S. Lewis.


(Publicado originariamente na revista Cristianismo Hoje, n. 4)

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Mesmo EU não vendo,Deus cuida.


Toda crítica feita sobre um filme para crianças carrega em si o peso de uma responsabilidade maior. Nossos pequenos vivem uma fase da vida em que estão muito abertos a influências e sugestionamentos, e discernir se um longa-metragem é apenas pura diversão ou se pode exercer algo mais sobre o intelecto e a alma desses preciosos seres humanos em miniatura torna-se um peso. No caso de “Horton e o mundo dos Quem!”, podemos ir às salas de exibição tranqüilos. Com um alento: este é um filme que dá margem a debates profundos com as crianças, partindo da história e chegando a verdades importantes da fé.


Em termos cinematográficos, a produção não é um grande feito. Fica naquela faixa dos filmes medianos, sem grandes avanços nem na tecnologia nem na história. É apenas uma trama engraçadinha e bacaninha, adaptada da história de Dr. Seuss - uma espécie de Monteiro Lobato de língua inglesa, autor de outros livros que já viraram filmes, como ”O Grinch” e ”O Gato”.


No original em inglês (versão a que você provavelmente não vai assistir, já que 95% das cópias chegam aos cinemas dubladas em português), quem dá voz aos personagens são figuras conhecidas, como Jim Carrey e Steve Carrell. São eles que ajudam a contar a história de Horton, simpático elefante que, um dia, ouve um pedido de socorro vindo de um microscópico grão de poeira. Apesar de todos acharem que ele enlouqueceu, Horton está disposto a ajudar seus mais novos e minúsculos amigos: os Quem, criaturinhas que habitam aquele mundinho pequenininho.


Ao longo de 86 animados minutos, vemos o desdobramento das aventuras do elefante, que segue a nobre filosofia de que ”uma pessoa é uma pessoa, não importa o quão pequena seja”. Só aí já reside uma forte mensagem cristã de anti-acepção, que reforça a importância do amor pelo próximo - do mais célebre ao mais humilde. Sem discriminações. Com muita imaginação, é possível até usar a história para falar sobre aborto, uma vez que o lema de Horton abre caminho para argumentarmos: já somos seres humanos, mesmo que sejamos pequenos embriões invisíveis a olho nu.


Prepare-se para rir muito enquanto assiste a Horton mostrar que é um amigo leal. Ele dá tudo de si para cumprir sua meta: proteger os serezinhos que vivem no grão de poeira - do mesmo modo que Deus faz conosco. A analogia é clara. Embora não vejamos esse Ser imenso, por ser ele de uma realidade que somos incapazes de vislumbrar plenamente (Is 55.9), podemos ouvir sua voz (como os Quem ouvem Horton), falar com ele (como os Quem falam com Horton) e depender dele como o maior amigo que temos para cuidar de nós (como os Quem dependem de Horton). Dele depende nossa vida e nosso futuro (como a vida e o futuro dos Quem dependem de Horton). E é sempre bom e confortante lembrar que estamos em suas mãos. Bem, nesse ponto, o elefante se diferencia: ele sustenta os Quem não em suas mãos, mas em sua tromba.


Com 1,66 de altura , mas com um coração do tamanho do Ceará

Thiago Oliveira Braga

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Caminhos



O que quer que se atravesse em nosso caminho
Qualquer mágoa ou raiva que tenhamos,
Nós sempre temos uma escolha.
[...]
A escolha é fazer aquilo que somos, e poderemos sempre escolher o que é certo.
Peter Parker (Homem-Aranha 3).
Valeu galera,
Com vocês, no Serviço d’Ele,

Thiaguin

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Entre a ira e a glória !!!



O Homem-aranha e as bem-aventuranças de Jesus

“bem-aventurados os mansos, pois herdarão a terra”


Estréia nos cinemas o terceiro filme da série “Homem-aranha”. Produzido pela franquia Sony/Marvel Films. Uma das mais rentáveis produções de Hollywood, que arrecadaram em média US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais e outros milhões em vendas de DVDs.

O filme que fecha a trilogia, “A batalha interior” (The battle within), até então é o filme mais caro da história do cinema (chega a US$ 300 milhões gastos na produção ), bateu inclusive o filme “King Kong” que custou US$ 207 milhões.

No enredo da lendária série da Marvel Comics, Peter Parker consegue finalmente chegar a um equilíbrio entre sua predicação ao relacionamento com M.J. e seus deveres como super-herói. Mas existe uma tempestade aparecendo no horizonte.

Além de outros vilões como o Homem Areia e do Novo Duende, seu maior inimigo está dentro do próprio Peter Parker, que se deixa dominar por uma substancia alienígena capaz de controlar seus sentimentos e que dará origem a mais um vilão: Venom.

O monstruoso Venom nasce do chamado “uniforme negro” do Homem-aranha. O tal uniforme, na verdade, é uma espécie de ser extraterrestre que vivia em simbiose ( uma relação de dependência entre dois seres vivos, lembra da aula de Biologia ?) com Peter Parker, servindo-lhe como uma roupa que chegava até a ampliar seus poderes.

Mas como tudo nesta vida tem uma contra partida a tal simbiose tinha que se alimentar da força vital de seu hospedeiro e gosta especialmente da energia despertada por sentimentos violentos e negativos.

O que me chama mais atenção no filme é a influência que tal uniforme causa, tornado-o cada vez mais agressivo e perigoso. Cansado de lutar contra o alienígena e sua influência negativa, o Homem-aranha consegue se libertar … bem mas a continuação você vai descobrir nos cinemas.

Fazendo uma relação bíblica com tal inimigo à sedução pelo domínio e poder não é nova, o próprio Jesus falou no Sermão do Monte sobre “os mansos”, porque eles herdarão a terra (Mateus 5.5). Mansidão aponta mais na direção de uma atitude para com Deus do que de uma disposição para com o próximo. Talvez o homem secular considere que o manso não tem personalidade, vendo-o como um covarde, mas, segundo a Bíblia, isso não é manso. Ser manso não significa ser uma pessoa fraca, um tipo de “abestado”, nem uma pessoa de semblante triste. A Mansidão genuína não pode existir sem a coragem.

Se libertar do uniforme negro, é poder buscar o ponto de equilíbrio entre os dois extremos: de um lado excessivamente zangado e de outro excessivamente bondoso. Refere-se do equilíbrio resultante de uma avaliação verdadeira de si mesmo. A mansidão se expressa em atitudes positivas para com outros. Quando a pessoa reconhece seu pecado e chora por ele, está preparada para ser mansa para com os outros.

Em ultima analise, podemos ver de forma prática o uniforme negro vir a tona quando pisam em “nossos calos”, é ou não é ? Dai vemos como está vivo o EU, mas o manso é aquele que foi crucificado e ele já não precisa provar nada a ninguém, pois seus direitos estão entregues à Deus.

Assim, como o Homem-aranha se distanciou das pessoas que mais ama, quando optou pelo caminho da agressividade e da conquista do “novo”, nos também temos de abandonar aquilo que é sujo em nossas vidas e buscarmos em Jesus a mansidão, e assim descobrindo que essa terra é muito mais que espaço geográfico e sim herdar espaço no coração do nosso próximo.

Perguntinha simples, numa escala de 0 a 10, que nota você daria para você mesmo no quesito mansidão ? Por que ?


Que Deus tenha misericórdia de nossas vidas.
Com vocês, no serviço d’Ele Thiago Oliveira Braga