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Capital do Ceará, Ceará, Brazil
cearense,ex aluno Marista,canhoto,graduado em Filosofia pela UECE, jogador de futebol de fds, blogueiro, piadista nato e sobretudo torcedor do Ceará S.C. Não escreveu livros, não tem filhos e não tem espaço em casa para plantar uma árvore.

terça-feira, 19 de junho de 2012

O medo triunfa, mas a esperança continua (Fear triumphs, but hope continues)

A Troika suspira aliviada. Haverá um governo pró-Memorando novo na Grécia. O elo mais fraco da zona Euro não rompeu. A oligarquia financeira viveu alguns dias preocupantes, como se um fantasma voltasse para assombrá-la. Mas ontem ganhou algum tempo, dando uma base precária para uma armação em colapso. Mas o fantasma voltou para ficar.
A realidade é que as crises econômica e social foram transformadas em uma crise política generalizada, em termos gramscianos uma crise de hegemonia e uma “crise orgânica do Estado”. As políticas de ajuste estrutural implodiram o sistema tradicional de partidos da Grécia e a brecha aberta não vai ser facilmente fechada.
O medo, alimentado por uma verdadeira campanha midiática de terror da direita e da chantagem neocolonial da Troika, triunfou sobre a esperança. Mas a alegria da Troika pode ser efêmera. O novo governo será fraco, formado por partidos desacreditados e sem legitimidade, e terá a tarefa de continuar com as políticas impopulares, que levarão a novas e decisivas mobilizações. A declaração do candidato da Nova Democracia, Samaras, ao reconhecer a vitória, falando de voltar ao “caminho da prosperidade”, foi pouco mais do que um exercício de cinismo e em breve será desmentida pela realidade.
Ausência de futuro. Eis tudo o que as políticas da Troika oferecem ao povo grego. Apesar do cansaço por dois anos de tenaz resistência, este povo decidiu não morrer sem lutar, nem abandonar a sua indignação. A partir do acúmulo de derrotas, o povo grego, paradoxalmente, recuperou sua melhor arma – a confiança na capacidade de vencer.
A ascensão da Syriza, a partir das cinzas de um PASOK quebrado e arruinado, se baseia em sua capacidade de combinar credibilidade política e social com credibilidade eleitoral, num contexto de revolta social prolongada. A chave para seu sucesso está em ter aparecido como uma formação “distinta”, que não está maculada no que diz respeito à colaboração com os cortes, ao contrário do PASOK, e que não foi responsável por governar regiões e municípios, executando cortes por lá. Sua proposta de formação de um governo anti-Memorando de esquerda, apresentada durante a campanha para as eleições de 6 de Maio, foi a alavanca que impulsionou-a eleitoralmente e mudou as coordenadas do debate eleitoral. De repente, a possibilidade de um “governo de esquerda” apareceu como um caminho preciso e viável para fora do pesadelo dos cortes, como uma fórmula quase mágica para uma parte do povo grego imerso na miséria.
O crescimento positivo e impressionante de Syriza deu um raio de esperança para os trabalhadores gregos, mas também capturou a imaginação da esquerda européia, carente de referências e experiências práticas bem sucedidas e consciente de que a batalha mais decisiva do continente contra os planos do capital financeiro está acontecendo na Grécia. É importante, entretanto, não idealizar de forma acrítica Syriza, uma coligação plural em que coexistem orientações distintas – algumas delas muito moderadas, outras consistentemente anti-capitalistas. Suas fraquezas em termos de organização e implantação social são enormes e as suas propostas programáticas e discurso político apresentam limitações significativas e inconsistências. De 6 de maio até 17 de junho, houve um ligeiro deslocamento nas propostas da Syriza sobre o memorando, a dívida e outras questões-chave, em direção a formulações um pouco mais ambíguas e menos rupturistas, mantendo um perfil claro de oposição à lógica do ajuste estrutural, que sustenta a sua credibilidade política e identidade.
Neste novo cenário, o fortalecimento da auto-organização nos bairros e locais de trabalho continua a ser a variável-chave, pois não pode haver ruptura com as políticas de ajuste estrutural sem uma sociedade mobilizada e organizada. Nesta nova etapa, é também uma tarefa fundamental, para aqueles que se opõem ao governo Samaras, a busca por formas de unidade e colaboração entre os componentes principais da esquerda grega, em particular entre Syriza e a coalizão anti-capitalista Antarsya – eleitoralmente fraca (0,33% ontem), mas com uma implantação social igual ou maior do que a da Syriza -, sem esquecer o KKE (4,4% ontem), o principal partido de esquerda em termos de militantes e cujas políticas sectárias, praticadas até agora, claramente falharam.
“O futuro não pertence ao medo, mas aos portadores da esperança”, disse Tsipras ontem, depois de saber os resultados. Em seu último discurso diante de centenas de adeptos e seguidores, um pouco decepcionado frente ao que poderia ter acontecido, mas consciente de que a luta é longa, ele atacou fortemente os cortes e ressaltou a necessidade de continuar a mobilização. Uma batalha foi perdida ontem, mas a guerra está longe do fim. Quando Tzipras terminou seu discurso, a voz de Patti Smith foi ouvida através dos altofalantes, enviando uma mensagem direta à Troika – “As pessoas têm o poder”.
Atenas, 18 de junho de 2012.
Josep María Antentas é membro do conselho editorial da revista Viento Sur e professor de sociologia na Universidade Autônoma de Barcelona.



sábado, 2 de junho de 2012

Ceará. 98 anos de paixão

Dois de Junho de 1914.

Nascia nesta data o Ceará Sporting Club. Um clube criado sob a luz de um lampião, para ser o rei deste esporte bretão. Pois bem, esta equipe nasceu, cresceu, se desenvolveu. E então aquele clube, criado por alguns humildes jovens moços, se transformou no maior time do Estado. Não, do Brasil!


Um clube cheio de títulos e glórias. Eu vou contar. 41 títulos, Tetra Cearense, Penta Campeão Cearense. Sem contar que este time ostenta com orgulho a faixa de campeão norte-nordeste.

Um clube que já passou por momentos difíceis, mas que, na contra-mão dos outros, só cresceu nestes momentos. Cresceu com o apoio da torcida, na qual tem uma força sem igual. Uma torcida que é alegria, de muita fé e esperança.

Um clube com sua gigantesca e Fiel Torcida. Torcida não, uma verdadeira Nação. Uma Nação apaixonada, fanática. Uma Nação presente em todo mundo, mas que mesmo à distância, não deixa de amar o Nosso Glorioso Vozão. Pois em todo lugar, em cada esquina, sempre tem um alvinegro.

Um clube capaz de mover multidões. Um time que promoveu verdadeiras invasões, nos quatro cantos do nosso estado. Que levou seus fiéis a acompanha-lo por vários lugares. Mesmo se o jogo é fora, em qualquer canto do Brasil.

Um clube amado por uma nação sofrida, mas apaixonada. Uma nação alvinegra e sofredora. Graças a Deus! Que quando o Ceará joga, está lá. Pulando e gritando Ceará. Na vitória. Ou na derrota.

Um clube que é orgulho de todos os desportistas, sejam daqueles que estão com o Ceará em todo lugar, sejam daqueles que só acompanham o glorioso do seu sofá. Orgulho dos amantes do futebol, daqueles que admiram a arte. E com certeza, orgulho dos nossos rivais também. Orgulho que eles tem de ter uma equipe desta grandeza como seu adversário.

domingo, 15 de abril de 2012

Buenos Aires - Argentina.





“ese vagar sin rumbo por nuestra mayúscula América, me ha cambiado más de lo que creí”
ou:
“Esse vagar sem rumo pela nossa grande América, me mudou mais do que imaginava”
Ernesto “Che” Guevara, Argentina, 1952.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Imagens de uma noite de Copa do Brasil







Copa do Brasil
CEARÁ 2 X 2 PARANÁ
Ceará: Fernando Henrique; Apodi, Thiego, Potiguar e Márcio Careca; Heleno, Everton (Rogerinho), Reina (Misael) e Eusébio; Mota (Romário) e Felipe Azevedo. Técnico: PC Gusmão
Paraná: Luiz Carlos; Paulo Henrique, André Vinicius, Alex Bruno e Henrique Ávila; Alex Alves, Elias (Henrique Alemão), Douglas Packer e Wendell; Nilson (Douglas) e Luisinho (Maicon). Técnico: Ricardinho
Local: Estádio Presidente Vargas
Data: 11/4/2012
Árbitro: Arilson Bispo da Anunciação (BA)
Assistentes: Marcos Rocha (BA) e José Nilton da Costa (PI)
Cartões amarelos: Eusébio (C), Douglas Packer (P), Elias (P), André Vinicius (P), Alex Alves (P), Luiz Carlos (P), Maicon (P)
Gols: Felipe Azevedo, aos 11min, Nilson, aos 21min do 1º tempo; Luisinho, aos 14min, Romário, aos 33min do 2º tempo.

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O que era aquele mosaico, hein? Pfff... Teve até amarelo, lá naquela marmota. Você sabe que sou isento, e que entendo de imagem, né? Quando a TUF passou a usar o branco como cor predominante eu elogiei, até porque azul e vermelho juntos é a coisa mais feia do mundo - já viu alguém vestido assim e ficar elegante? No mestrado de design o Professor David Kelly, conhecido mundialmente (vá no You Tube e veja a fera, que, por acaso, ama futebol) demonstrou que azul e vermelho é uma das combinações menos harmônicas e que menos favorece a identificação de signos, formatos e desenhos (e preto branco é o perfeito contraste e harmonia). Usar o branco é uma maneira de suavizar esse defeito, e a TUF acertou nisso. Nesse época a Cearamor começou a adotar o preto, cor mais elegante de todas.

Acho que esse negócio de amarelo parece que é por culpa da dieta com deficiência de manga. Um delírio. A propósito, coisas como "Barcelona do NE" (talvez venha daí o amarelo), "Geraldo faz alvinegro sofrer" e "Rogerinho no FEC" são manifestações de loucura. Aquele nosso amigo comum, tricolor típico, a partir de hoje só lembra do público contra o Náutico... já postou até no facebook. Vá olhar.

Falando sério, claro que não é "deficiência de manga". A torcida do FEC, como clube de massa, só começou a crescer nos anos 2000, por força do acesso e da TV, e só lota qualquer estádio na base da promoção. Gente nova demais. Veja o vídeo do Fortaleza campeão em 1983, no YouTube e chegue às suas conclusões (nos anos 70, a torcida tricolor rivalizava com a do Ferrim). 

São meio de moda, meio de empolgação, e não veem problema em sair da razão. Os que são mais fanáticos tem no Ceará a razão de ser. Conhecemos alguns conscientes, mas a maioria - e isso não é preconceito, pelo contrário - é meio adolescente nas atitudes, meio raivosa, e está meio tonta porque o Ceará recuperou sua grandeza. Falam de Hexa (pfff...) , negam o Penta, mas sequer resvalam no fato de que o Penta estava em duas revistas deles. E que é incotroverso, até para o Nirez, nosso maior historiador hoje, que é tricolor. Evitam falar do gol do Zezinho. Não lembram que, nas goleadas sofridas altivamente em 2006, o Ceará terminou com dois a menos em campo. E foi campeão.

Em suma, não é ridículo, para eles, quererem ser o que nunca foram (até "Nordestão" a mais inventam, sabia? Você deve saber). Não é ridículo, para eles, ser ridículo.

Deus me livre, que o Fortaleza fosse, ainda, o líder. Deus me livre que eles colocassem mais gente no estádio sem promoção. Que fossem melhor colocados no ranking da CBF e da Placar. Que as duas últimas pesquisas dissessem que tem mais torcida. Que estivessem em uma divisão acima. Que tivessem mais títulos. Quando o Fortaleza estava na frente você lembra, né? Todo dia tinha, no facebook, essa história de "Líder".

Bom, falando do que importa, ouvi que o Ceará fez 37 finalizações e o Paraná 5? E conseguiu empatar! Caraca, parece muito com o Fortaleza mesmo, ó! Até nas cores.

Menos pelo amarelo.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Perdas e danos


MILLÔR FERNANDES & CHICO ANYSIO




Por Alberto Dines em 01/04/2012 na edição 687

Reproduzido do Diário de S.Paulo, 1/4/2012


Com dias de diferença apagaram-se dois poderosos fachos de luz, duas pilhas de inteligência. Contraditórios, opostos, singulares, ímpares e pares. Iguais: escolheram o riso como ferramenta, mas rir não se resume à mera contração de músculos da face, é uma demonstração espontânea de alegria, satisfação, prazer íntimo ou coletivo. Em qualquer dos seus níveis – do sorriso à gargalhada – independente do seu teor – ironia, sarcasmo, deboche, graça – o riso é uma infalível arma de destruição da arrogância e do rancor.
Chico Anysio e Millôr Fernandes foram mais do que humoristas. O cearense foi ele próprio o veículo dos seus achados antropológicos, primeiro no rádio, depois teatro e televisão. Com aquele corpo mirrado e olhos arregalados veiculou uma magistral galeria de mais de 200 personagens, impagável retrato das mazelas brasileiras.
O carioca Millor serviu-se do desenho e da palavra para nos fazer pensantes. Filósofo que dialogou com ele mesmo para derrubar fraudes, equívocos, lorotas. Usou linhas, tintas, penas, lápis, máquinas. Despreocupado com maquinetas nos fez herdeiros de um formidável acervo de dúvidas e incredulidades.
Tarefas e quantias
Dois artistas praticamente da mesma geração, possivelmente se cruzaram em alguma praia, palco, botequim. Jamais em comícios: faziam política numa esfera superior, perene, militantes de uma causa que poucos têm estofo para abraçar: a independência.
Crias de um mesmo Rio de Janeiro hoje evaporado, momento urbano indizível. Irreproduzível no tempo e no espaço. Nem suas cinzas esvoaçam juntas. Melhor assim: espalhadas, derrubarão mais farsas e solenidades. Resistiram à Parca, sofreram, não mereciam. Numa terra onde as perdas são disfarçadas Chico e Millôr serão incorporados ao panteão dos que incomodam. E lá ficarão para sempre.
Qual dos dois forjou esta arrasadora sátira onde um moralista com o mesmo nome do sublime orador grego desaba desmoralizado perante a multidão incrédula?
A história do até-agora-senador Demóstenes Torres é tragicômica, joco-séria, pastelão mórbido. Veio do impoluto Ministério Público, procurador geral e secretário de Segurança de Goiás, senador da República, presidente da Comissão de Constituição e Justiça, líder do DEM na Câmara Alta, incansável caçador de corruptos, chegou a ser considerado uma das 100 personalidades mais influentes do país.
De repente despenca, enredado na quadrilha do contraventor-mor, Carlinhos Cachoeira. Incrível o volume de menções ao seu nome em gravações legais com referências explícitas a tarefas e quantias recebidas. Seu mandato está ameaçado, carreira política praticamente encerrada.
Em falta
Coisas do livre-arbítrio. Mas o dano é irreparável no plano moral e institucional. Uma sociedade dominada pelo ceticismo e desanimada diante do elenco de nulidades que se exibe no pódio está sendo empurrada inexoravelmente para o abismo da descrença onde geralmente costumam germinar indignações e revolta.
O senador Torres comprometeu o país, sua capacidade de superação e regeneração, pisoteou os valores que cimentam uma nação. Demóstenes, o grego gago, fez da eloqüência uma arte, este homônimo nos empurra para a chacota.
A verve de Chico Anysio e Millôr Fernandes já faz falta.

sábado, 31 de março de 2012

Meu ofício




Devo, logo existo


Acabo de ouvir Zigmunt Bauman por 30 minutos, em entrevista concedida a Sílio Boccanera, para o Programa Milêmio, da GloboNews.

Dos interessantes comentários a respeito do que Bauman chama de “revolução cultural”, tive alguns insights. Na verdade, dois. E ambos parafraseando o “penso, logo existo” de Descartes. Vivemos dias de “devo, logo existo”. Bauman disse que na sociedade capitalista quem não consome, não existe. Deixamos para trás a caderneta de poupança: “consiga o dinheiro e compre o que que quiser”, e migramos para o cartão de crédito: “compre o que quiser e depois consiga o dinheiro para pagar”. O resultado dessa mudança de paradigma de consumo é a dívida. Mudou o ditado. Antes se dizia “quem não deve, não teme”, hoje se diz “quem não deve, não existe”, pois quem não deve não interessa aos donos do crédito. E quem não interessa aos donos do crédito está alijado da sociedade.

Além de “devo, logo existo”, vivemos dias de “sou visto, logo existo”. Essa é a versão imposta pela tirania das redes sociais. Quem não tem twitterblog,facebook está fora do horizonte de convívio social, cada vez mais virtual. A vida on-line substituiu a vida off-line. Vai crescendo o número de pessoas que deixam de existir assim que fecham seus computadores e desligam seus smartphones. Aliás, o mundo vai se enchendo de gente que jamais fecha o computador ou desliga o smartphone. Apavoradas com a possibilidades de não serem vistas, isto é, não receber comentários e recados no facebook, e não ver sua coluna de mentions do twitter crescer, as pessoas temem deixar de existir.

E Bauman conclui como somente os sábios: “não tenho capacidade nem conhecimento para avaliar o que isso significa nem como vai ser o futuro”. A entrevista se encerra com Bauman encolhendo os ombros e virando os beiços como quem diz “e agora, José?”.

Ed René Kivitz



segunda-feira, 19 de março de 2012

João Pedro 0.3


Só deu McQueen nos parabéns do João Pedro
 
Poxa, como o tempo passou rápido. Domingo (18/03) o João Pedro veio a capital do Ceará, celebrar seus três aninhos. Tantas cidades já foram palcos para celebrar (Natal, Salvador e agora Fortaleza).

Muita coisa mudou. Muita coisa continua igual, porém diferente. Muita coisa nova aconteceu. As contingências da vida sempre virão, no entanto, somos convidados pelo Criador a celebrar assim: Sorrindo.

Parabéns João Pedro, 3 anos. Muita saúde e sabedoria.

Thiago.

sexta-feira, 9 de março de 2012

O Bem-sucedido X O Fracassado



"Esta é a visão de um mundo consumista que valoriza aquele que possui bens, independente de ele viver bem ou mal. “O BEM-SUCEDIDO” tem um carro, porém convive com um grande stress, observando sua irritação ao telefone em um trânsito engarrafado, já “O FRACASSADO” está a pé, mas se mostra tranquilo e feliz com sua situação."
Nada melhor do que viver uma vida simples, em paz e tranquila. Bens materiais, luxo e status não são sinônimos de felicidade; portanto, invistamos naquilo que a traça não come nem os ladrões roubam.

É isso...

quinta-feira, 1 de março de 2012

Thiaguinho da Bahia com João Pedro



Thiago Braga visitando, de férias, seu irmão, cunhava e João Pedro (sobrinho) em Salvador-BA. De quebra, visitou o Colégio Marista Patamares e reviu Ir. Aguiar, inesquecível irmão marista.

Via:neotefilo.blogspot.com

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Carteira da Rivalidade - Coca-Cola


Dias antes do jogo entre Benfica e Sporting (1-0), a Coca-Cola decidiu pôr à prova a honestidade dos adeptos. No estádio da Luz, perto das bilheteiras, foi deixada uma carteira no chão com um cartão de sócio do Sporting e um bilhete para o dérbi do passado sábado. O objetivo era perceber se as pessoas iriam devolver a carteira ou ficar com ela.
95% das pessoas devolveram a carteira, atitude que foi filmada por várias câmaras ocultas. Para recompensar a honestidade daqueles que não se deixaram tentar, a Coca-Cola ofereceu um bilhete para o jogo.
No sábado, antes do apito inicial, o vídeo foi exibido nos ecrãs gigantes do estádio da Luz, perante os aplausos de mais de 60 mil pessoas. Numa altura em que os portugueses se preparam para enfrentar inúmeras medidas de austeridade, a Coca-Cola quis divulgar uma mensagem diferente:
"Há razões para acreditar num mundo melhor."

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

10 motivos para namorar um filósofo.

Se você conhece alguém que estudou Filosofia, tenha certeza. Esse é um sujeito desprendido de bens materiais, é agregador, ávido a sempre aprender algo novo, questionador, bem humorado e não tem um pingo de inveja do amigo que cursa Direito.

Se você conhece algum FILÓSOFO, chegue junto, pois ele é diferenciado.

  1. Nunca falta assunto.
Filósofos sempre tem algo pra dizer, é legal quando você tem um “figura” do seu lado que tem a mente ampla pras mais diferentes conversas, assuntos, papos, e uma opinião criteriosa daquilo, ele nunca terá problemas em ser “social” mesmo que seja tímido, tem papo pra tudo (até por que você não entenderá tudo).

Obs.: Só tome cuidado nos assuntos escolhidos no jantar com a família, ele pode “infezar” todo mundo.



  1. Dificilmente julga sua família, amigos, atc...

Estudamos todos os tipos de civilizações, épocas, pensadores e formas de relacionamento, então é mais fácil a gente se surpreender com eventos naturais óbvios do que com os “complexos” seres humanos, pra estudar todo tipo de forma de vida de ser humano é necessário tentar compreender aquele estilo de vida.

Também jamais irá julgar você pela aparência, ainda mais se ele for fã do Schiller ou tenha se formado em Estética.

Então, por conseqüência quebramos preconceitos, se você namora um filósofo fica tranqüila quanto aquele primo anti-cristo, aquele amigo esquisito, normalmente nunca será julgado, agora quanto a parte de tirar sarro, eu não garanto, afinal todo bom pensador é um pouco sarcástico.

  1. Toda regra imposta ao filósofo normalmente será ignorada ou minimizada.

Então se sua preocupação era quando ou a onde vai ser o casamento, se foi “crismada” ou não,que seja, pro filósofo isso é o de menos, ele se importa com tudo, menos com estereótipos, isso se ele não tiver uma alegria a católicos ou protestantes fanáticos , então naturalmente o importante é que a união dê certo, então ele fará de tudo para que a união dê certo mesmo e dificilmente irá se importar com opinião dos demais.



  1. DR (São raras, mas afinal tem que ter).    

Então pode contar com ele na hora de jogar na roda aquele assunto difícil, aquela lavação de roupa suja, normalmente ele vai ser cauteloso com as palavras, a não ser que você tenha testado demais o santo dele, aí eu já não garanto.

  1. Você será trocada. Mais fique tranqüila.

Será no máximo por um livro, palestra ou conferência.



  1. No Natal, aniversário, dia dos namorados, etc, você não terá problemas em presenteá-lo.

Você sabe que você der aquele livro que ele tava querendo DAQUELE AUTOR       que ele adora provavelmente ele vai ter um orgasmo ideológico e te levar pra jantar fora. Ou então dê uma estatuazinha do Pensador, ou do deus Osíris, ou de Atena, qualquer coisa relacionada a mitologia que vai ter um ar de “uma pessoa que ama sabedoria mora por aqui” também é legal.

  1. Ele poderá ter pode de nerd mas isso não quer dizer que seja um.

E principalmente não quer dizer que ele seja certinho, quanto mais se estuda a humanidade, menos afim de seguir os “padrões da sociedade” você fica, ele pode ser um capeta, mas tem aquela cara de pessoa certinha e esforçada, o que poupa explicações, e ele sabe muito bem o que é ridículo para a sociedade e vai ter poupar de certas vergonhas alheias.



  1. Cultura

Nele sempre vai ter uma programação divertida, diferente, prazerosa para fazerem num final de semana, ir à um restaurante japonês, um café, uma exposição de arte, teatro, noite de gastronomia ou degustação de vinhos, uma ida à nova livraria, cinema onde a trilha sonora não são tiros e explosões. Acredite, seus pais sempre vão elogiar o gosto deles, mesmo quando não curtem as mesmas coisas (ex: uma conferencia sobre capital simbólico e contextualização do problema da existência e da ética na contemporaneidade).

  1. Felicidade continua

Não se preocupe com esse estado emocional, geralmente os filósofos são ociosamente felizes e de bem consigo mesmo, o que vai lhe poupar meses em terapia de casal e não vai precisar ler livros de auto ajuda.

  1. Ele pode parecer revoltado, anarquista, apartidário, antipatriota, mas no fundo ele só quem o bem de todos.

Então você jamais estará do lado de uma pessoa individualista, pois como estudante de humanas ele sempre pensará no todo e não somente em si mesmo. Não sabe em quem votar na eleição, pede um palpite pra ele! Mesmo eles são bem críticos nas escolhas políticas.   

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

“Pois se armador é o que arma, que se dirá do que ama?!”


Ninguém é alguém, sozinho.

Se a essência de Deus é o amor, sua natureza é a comunidade. Sendo um Deus único, coexiste de forma perfeitamente harmônica sendo três pessoas, deu-se o primeiro ENCONTRO.

Percebendo a beleza dessa coexistência perfeita, Deus quis multiplicá-la, estendendo a nós a possibilidade de partilharmos consigo dessa relação, deu-se o ENCONTRO mais importante da vida de qualquer pessoa.

Esse ENCONTRO com Deus, nos faz um outro tipo de gente. Gente que enxerga com outros olhos, decide em outras categorias e relaciona-se com profundidade e pessoalidade.

Quem encontra-se com Deus nunca permanece a mesma pessoa. É a partir desse encontro, dessa nova vida e dessa consciência que vamos nos encontrando com outras pessoas, nos tornando parte delas e fazendo-as parte de nós, sendo misturados aos outros pelo Espírito Santo, e vamos nos tornando mais gente.

Encontrar-se é preciso!!!

Encontrar-se é misturar-se ao outro, tornando o outro um "outro melhor".

Encontrar-se é incluir o outro em nós, tornando-nos "uma pessoa melhor"

Quem se encontra de verdade, tendo como ato fundante o encontro com o Senhor, não encontra-se COM, encontra-se EM afinal, nesses encontros. vamos nos tornando parte do outro e o outro parte da gente.

EmComOutro, deu-se o verdadeiro ENCONTRO!!!

Celebremos à vida.

Com vocês, ao serviço d'Ele, Thiago Oliveira Braga

sábado, 24 de dezembro de 2011

Feliz Natal




“Estando eles ali, completaram-se os dias dela. E deu à luz seu filho primogênito, e, envolvendo-o em faixas, reclinou-o num presépio; porque não havia lugar para eles na hospedaria.” (Lc. 2, 6-7).

Neste ano que termina, gostaria de agradecer pelo seu carinho e apoio.
É tempo de Natal, ocasião em que fazemos um balanço de nossas ações, reassumimos os nossos compromissos, desejamos ainda mais os nossos sonhos e, em especial,  renovamos a nossa esperança no Amor. 
Espero que o seu coração, com todas as suas alegrias e sofrimentos, seja como aquele carinhoso estábulo em Belém, que há mais de dois mil anos acolheu José, Maria e o Menino Jesus, que com ternura vem ensinar o bem à humanidade.
Feliz Natal e que no próximo ano você viva bem e intensamente a cada dia, pois a felicidade está na simplicidade das pequenas coisas do cotidiano.
Um forte abraço,

Thiago Oliveira Braga